Archive for the ‘Geografia’ Category

O Rio Paraguai em Porto Murtinho

fevereiro 18, 2016

Fotos tiradas na manhã de domingo, 7 de fevereiro de 2016.

O RIO

Braço principal do Rio Paraguai. Ao fundo, Isla Margarita, pertencente ao Paraguai.

Braço principal do Rio Paraguai. Ao fundo, Isla Margarita, pertencente ao Paraguai.

Braço mais largo (e mais raso), entre Isla Margarita e a margem paraguaia.

Braço mais largo (e mais raso), entre Isla Margarita e a margem paraguaia.

Ao fundo, Brasil. À direita, ponta norte da Isla Margarita.

Ao fundo, Brasil. À direita, ponta norte da Isla Margarita.

Descendo o canal principal. Ao fundo, a margem esquerda (Brasil).

Descendo o canal principal. Ao fundo, a margem esquerda (Brasil).

Isla Margarita.

Isla Margarita.

À direita, Isla Margarita. Ao fundo, Porto Murtinho.

À direita, Isla Margarita. Ao fundo, Porto Murtinho.

Ilhas de aguapé descendo o rio. Ao fundo, Isla Margarita.

Ilhas de aguapé descendo o rio. Ao fundo, Isla Margarita.

À esquerda, Porto Murtinho; à direita, Isla Margarita.

À esquerda, Porto Murtinho; à direita, Isla Margarita.

Embarcações de turismo (pesca) na Isla Margarita.

Embarcações de turismo (pesca) na Isla Margarita.

Ainda Isla Margarita.

Ainda Isla Margarita.

Porto Murtinho.

Porto Murtinho.

Barco e chata subindo o rio. Ao fundo, casas da Isla Margarita.

Barco e chata subindo o rio. Ao fundo, casas da Isla Margarita.

Ainda o barco e a chata.

Ainda o barco e a chata.

A CIDADE

Dique junto ao Rio Paraguai, para evitar inundações nas grandes cheias.

Dique junto ao Rio Paraguai, para evitar inundações nas grandes cheias.

Ao fundo, Isla Margarita, vista do dique de Porto Murtinho.

Ao fundo, Isla Margarita, vista do dique de Porto Murtinho.

Rio Paraguai, a jusante de Porto Murtinho. Vista a partir do dique.

Rio Paraguai, a jusante de Porto Murtinho. Vista a partir do dique.

Praça Thomaz Laranjeira.

Praça Thomaz Laranjeira.

Rua Dr. Corrêa. Pista interditada junto à praça, para o Carnaval.

Rua Dr. Corrêa. Pista interditada junto à praça, para o Carnaval.

Museu Dom Jaime Aníbal Barrera. Para informações interessantes sobre este e outros prédios históricos, acessar http://www.portomurtinho.ms.gov.br/turismo/atrativos-historicos-e-culturais .

Museu Dom Jaime Aníbal Barrera. Para informações interessantes sobre este e outros prédios históricos, acessar http://www.portomurtinho.ms.gov.br/turismo/atrativos-historicos-e-culturais .

Prédio da Câmara Municipal.

Prédio da Câmara Municipal.

O Castelinho.

O Castelinho.

Avenida Laranjeiras.

Avenida Laranjeiras.

Hospital Municipal.

Hospital Municipal.

Canteiro central da continuação da Avenida Laranjeiras.

Canteiro central da continuação da Avenida Laranjeiras.

A ESTRADA

De Campo Grande a Porto Murtinho são 450 quilômetros de estradas federais muito boas, e sem pedágio. Com exceção de alguns trechos, que somam cerca de 13 quilômetros (BR-060: 10 km de pistas ruins, depois da saída de Sidrolândia para Nioaque; 1 km de pistas ruins, quase ao chegar à BR-267, próximo à Polícia Rodoviária de Guia Lopes. BR-267: cerca de 2 km, no trecho entre Jardim e a povoação de Alto Caracol.) . Eis alguns trechos, entre Jardim e Porto Murtinho, numa extensão total de 208 quilômetros:

Km 510.

Km 510.

Km 546.

Km 546.

Povoação Alto Caracol (Margarida), a meio caminho entre Jardim e Porto Murtinho.

Povoação Alto Caracol (Margarida), a meio caminho entre Jardim e Porto Murtinho.

Km 584.

Km 584.

Km 666.

Km 666.

Rodovia MS-040, de Campo Grande a Santa Rita do Pardo

julho 21, 2015

Fotos tiradas no domingo, 19 de julho de 2015.

Asfaltamento antigo, na região de Três Barras.

Asfaltamento antigo, na região de Três Barras.

Aqui começa o asfaltamento novo, inaugurado em dezembro de 2014 pelo ex-governador Puccinelli.

Aqui começa o asfaltamento novo, inaugurado em dezembro de 2014 pelo então governador Puccinelli.

Quilômetro 27.

Quilômetro 27.

Quilômetro 47.

Quilômetro 47.

Quilômetro 56.

Quilômetro 56.

Quilômetro 74.

Quilômetro 74.

Quilômetro 92.

Quilômetro 92.

Quilômetro 126.

Quilômetro 126.

Quilômetro 132.

Quilômetro 132.

Quilômetro 186.

Quilômetro 186.

Quilômetro 200.

Quilômetro 200.

Bandeira Nacional tremulando.

Bandeira Nacional tremulando.

Quilômetro 224. Entrada Oeste de Santa Rita do Pardo.

Quilômetro 224. Entrada Oeste de Santa Rita do Pardo.

Faltou asfaltar cerca de 2 km, já na zona urbana da cidade.

Faltou asfaltar cerca de 2 km, já na zona urbana da cidade.

SantaRitaDoPardo-001

SantaRitaDoPardo-002

SantaRitaDoPardo-003

Praça central.

Praça central.

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Parque Municipal.

Parque Municipal.

No parque municipal, um magnífico pequizeiro.

No parque municipal, um magnífico pequizeiro.

Defronte ao parque municipal, a majestosa construção que visava abrigar a Prefeitura. Terminada em 2004 (98%) e "inaugurada", desde então foi relegada ao abandono.

Defronte ao parque municipal, a majestosa construção que visava abrigar a Prefeitura. Terminada em dezembro de 2004 (98%) e “inaugurada”, desde então foi entregue ao abandono e aos vândalos.

A Abadiânia de João de Deus

março 7, 2014

Abadiânia, pequena cidade de 17 mil habitantes, situada entre Brasília e Goiânia, no planalto central do Brasil. O blog esteve lá nos dias 4, 5 e 6 de março de 2014, visitando a Casa de Dom Inácio de Loyola, local, na parte norte da cidade, onde pessoas de todo o mundo são atendidas pelo médium João de Deus.

Rua de acesso. No seu final, João de Deus atende na Casa de Dom Inácio de Loyola.

Rua de acesso, que tem início junto à BR-060. No seu final, João de Deus atende às quartas, quintas e sextas-feiras na Casa de Dom Inácio de Loyola.

A mesma rua, um pouco mais adiante.

A mesma rua, um pouco mais adiante.

Ainda a mesma rua.

Mais à frente, à esquerda, a entrada da Casa de Dom Inácio.

O pátio de estacionamento da Casa. Ônibus estacionam em outro terreno, situado no outro lado da rua.

O pátio de estacionamento da Casa. Ônibus estacionam em outro terreno, situado no lado oposto da rua.

Espaço interno da Casa, entre os locais de atendimento, à direita, e os locais de repouso e terapias complementares (esquerda).

Espaço interno da Casa, entre os locais de atendimento, à direita, e os locais de repouso e terapias complementares (à esquerda). A árvore em primeiro plano tem duas casas de João-de-Barro.

Mirante para um fundo vale. Área de descanso e meditação.

Mirante para o vale. Área de descanso e meditação.

O mirante e o vale.

O mirante e o vale.

Área de contemplação, junto ao mirante.

Área de contemplação, junto ao mirante.

Manhã de quarta-feira. Pacientes à espera de atendimento.

Manhã de quarta-feira. Pacientes à espera de atendimento.

No salão ao final do corredor, as salas dos Médiuns e das Entidades.

No salão ao final do corredor, as salas dos Médiuns e das Entidades.

A rua de acesso, vista na saída da Casa de Dom Inácio. À esquerda, estacionamento para ônibus.

A rua de acesso, vista na saída da Casa de Dom Inácio. À esquerda, estacionamento para ônibus.

O que nos causou forte impressão na Casa de Dom Inácio de Loyola foi o ambiente harmonioso, com o silêncio possível numa aglomeração de mais de mil pessoas. Nada de gritos, vozes tonitruantes e histerias coletivas, como as que se presenciam (ou se escutam, a centenas de metros de distância) nas reuniões dessas seitas que cultuam o deus Dízimo (*). As construções são simples, sem qualquer luxo, mas espaçosas,  confortáveis e muito limpas (inclusive os banheiros). Os atendimentos são gratúitos, inclusive a sopa terapêutica que sucede aos atendimentos de primeira vez. O blogueiro não foi atendido, pois apenas acompanhava algumas pacientes. (**)

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(*) Cultos esses alicerçados em Psicologia do Rebanho, em práticas clubísticas  e principalmente no Minoripacto (ou seja, um grupo minoritário faz um pacto de preferências recíprocas, aproveitando-se da desorganização das maiorias e destas tirando proveito unilateral). É principalmente por causa desse Pacto de Minorias  (mas também, é claro, e em ponto menor, pela aposta na Educação e no Trabalho) que os imigrantes estrangeiros que chegam ao Brasil logo conseguem extraordinário progresso, enquanto os nacionais se acotovelam nas periferias, contentando-se com “ver passar” o ônibus da prosperidade…

(**) Outras fontes sobre Abadiânia e João de Deus:

“A Dupla Face de Abadiânia” (revista Brasileiros),
“Os Poderes de João de Deus” (revista IstoÉ) e
“João de Deus: Charlatão?” (blog TextosParaReflexão).

Na BR-262, de Três Lagoas a Campo Grande

janeiro 10, 2014

Entre Três Lagoas e Campo Grande, a rodovia BR-262 se estende por terras onde se revezam pastagens e eucaliptais. Ela se apresenta em bom estado nos seus primeiros 30 quilômetros; nos 100 quilômetros seguintes, até a localidade de Água Clara, seu estado é de regular para ruim, ou por causa do piso cheio de protuberâncias das operações tapa-buracos, ou pelo acostamento precário ou inexistente. A partir de Água Clara, a rodovia está em bom estado até Campo Grande, num trecho de 180 km. As fotos abaixo foram tiradas no domingo, 5 de janeiro de 2014, entre 9 e 13 horas.

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Saindo de Três Lagoas.

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Chegando a Água Clara.

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Saindo de Água Clara.

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Chegando a Ribas do Rio Pardo.

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A 30 km de Campo Grande.

Ponte Ferroviária rural sobre o Rio Aquidauana

julho 30, 2013

Domingo, 28 de julho de 2013. Com o Tiquinho atuando como piloteiro, saímos do ancoradouro de sua fazenda e descemos o Rio Aquidauana por uns 10 quilômetros,  até a ponte ferroviária (50 metros de extensão) , pouco acima (1,5 km) da foz do Rio Cachoeirão. Feitas as imagens da ponte, retornamos à fazenda, fazendo as sete últimas fotos.

A ponte

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A ponte, a montante da posição do barco.

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A ponte, agora a jusante do barco pilotado pelo Tiquinho.

Rio Aquidauana acima

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Rio-Aquidauana-acima-da-barra-do-Cachoeirao-07.