Archive for the ‘Cenário Rural’ Category

Religiosidade Popular na Estrada-Parque de Piraputanga

outubro 8, 2017

A verdadeira religiosidade é a popular. Espontânea. Sem intermediários entre o fiel e a entidade sobrenatural que ele cultua. A devoção popular a Nossa Senhora Aparecida é um desses casos. Você simplesmente chega, faz um pedido, geralmente acompanhado de uma promessa (algum sacrifício em homenagem à santa), e quando alcança a graça cumpre a promessa prazerosamente.

Num ambiente onde convivem inúmeras entidades sobrenaturais (caso dos santos da Igreja Católica, os orixás dos cultos africanos, etc.), não prosperam os intermediários (verdadeiros comerciantes da fé), e não viscejam o ódio e a intolerância. Eu cultuo o meu santo ou o meu orixá, e você cultua o seu, sem conflitos e sem concorrência. Democracia, enfim.

Já as entidades sobrenaturais que têm donos (caso de Jeová e Lúcifer, no judaismo; a Santíssima Trindade e Lúcifer, no cristianismo; Alá e Satã, no islamismo), seus donos (os intermediários) são muito possessivos e ciumentos. Não admitem outras crenças, principalmente aquelas em que as pessoas se comunicam com as entidades diretamente, sem intermediários. Pois sem intermediações, de onde esses intermediários iriam tirar o seu poder (religiões tradicionais) ou o seu enriquecimento (religiões modernas, do moneyteismo)? O ódio e a intolerância que permeiam esses cultos não vêm dos deuses que cultuam (Jeová ou Alá)  ou execram (Lúcifer ou Satã), mas sim, dos seus criadores ou proprietários, que almejam poderes absolutos, como se ELES fossem deuses (carentes, esdrúxulos e incongruentes, e portanto falsos)!…

O blog esteve, neste domingo, 8 de outubro, na estrada-parque de Piraputanga, que liga o povoado de Palmeiras (distrito de Dois Irmãos do Buriti) a Aquidauana. Bela morraria, belas paisagens. E num determinado ponto, a 6 quilômetros do povoado de Piraputanga (na direção de Aquidauana) um pequeno santuário que recebe pessoas em busca de alguma graça a ser pedida à entidade Nossa Senhora Aparecida. Antes havia uma capelinha, de uns quatro metros quadrados de área. Hoje há, ao seu lado, um galpão com uma área maior (uns 30 m2) e uma imagem de bom tamanho (1,5 metro ou mais). A acompanhante do blogueiro fez um pedido e uma promessa. O blogueiro se limitou a fazer um pedido, a ser atendido pela santa ou por outra entidade sobrenatural (talvez Odin), e certamente vai agradecer muito o provável atendimento. Como no Céu não há brigas, o atendedor do pedido bloguista vai entender que os agradecimentos se dirigem a ele (ou ela)…

Aí vão as fotos, da estrada-parque e do pequeno santuário:

 

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Acampamento (ensaio fotográfico)

agosto 28, 2016

Instalação

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Rã ou perereca, com 2 cm de comprimento. Pulou no braço do acampante quando este recolhia um graveto. E ali ficou vários minutos, até que foi dispensada.

Rã ou perereca, com 2 cm de comprimento. Pulou no braço do acampante quando este recolhia um graveto. E ali ficou vários minutos, até que foi dispensada.

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Pescaria

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Crianças

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Defendendo-se de abelhinhas Jataí...

Defendendo-se de abelhinhas Jataí…

Li e as lianas.

Li e as lianas.

11 de Setembro em Campo Grande

setembro 12, 2013

Campo Grande, 11 de setembro de 2013, cerca de 15 h 10 min. Na chegada ao Indubrasil, uma grande queimada. Sorte para os motoristas foi que o vento empurrava as chamas para longe da estrada.

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Ponte Ferroviária rural sobre o Rio Aquidauana

julho 30, 2013

Domingo, 28 de julho de 2013. Com o Tiquinho atuando como piloteiro, saímos do ancoradouro de sua fazenda e descemos o Rio Aquidauana por uns 10 quilômetros,  até a ponte ferroviária (50 metros de extensão) , pouco acima (1,5 km) da foz do Rio Cachoeirão. Feitas as imagens da ponte, retornamos à fazenda, fazendo as sete últimas fotos.

A ponte

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A ponte, a montante da posição do barco.

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A ponte, agora a jusante do barco pilotado pelo Tiquinho.

Rio Aquidauana acima

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Cenas Rurais (1)

setembro 4, 2012

Aspectos da zona rural nos municípios de Terenos e Campo Grande (MS), no final de agosto de 2012.

A floração do Louro sombreia o velho carro, enguiçado. À frente, motorista e passageiros seguem a pé rumo ao bairro Cachoeirão (distrito do município de Terenos).

Casa de João-de-Barro. Num galho mais acima, o vigilante proprietário.

Os mesmos elementos da cena anterior, em destaque.

Planta silvestre (aparentemente uma mirtácea).

Outro cacho floral do mesmo exemplar.

Patos na pinguela do rego d’água.

Frutificação da Aroeira (Myracrodruon urundeuva).

Cachos de frutos da Aroeira.

Ainda a Aroeira. Os frutos têm cerca de meio centímetro de diâmetro.

Estio prolongado. Vaca Magra.

Besouro (1 cm de comprimento) com antena partida.

Carneirinho (15 dias de vida). Com problemas de visão, não consegue acompanhar a mãe. É muito friorento.