Archive for the ‘Bonito (MS)’ Category

Crianças em Bonito, num Dia Chuvoso

janeiro 11, 2016

Manhã de 10 de janeiro de 2016.

No Portal dos Lagos, condomínio residencial em instalação :

Pinguela.

Pinguela.

Vertedouro de um dos lagos.

Vertedouro de um dos lagos.

Inexperiência: a flecha saiu pela culatra, batendo no atirador.

Inexperiência: a flecha saiu “pela culatra”, batendo no atirador.

 

Em escada, curtindo o verde.

Em escada, curtindo o verde.

De repente, a volta da garoa.

De repente, a volta da garoa.

A garoa parou.

A garoa parou.

A garoa voltou.

A garoa voltou.

A décima tentativa.

A décima tentativa.

Numa pracinha de vila :

Gastando energia.

Gastando energia.

Em casa alugada :

Na mosca.

Na mosca.

Perto do alvo.

Perto do alvo.

Perto do alvo.

Perto do alvo.

Na Praça da Liberdade :

Levantando vôo...

Levantando vôo…

Piraputangas no Rio Formoso

julho 18, 2011

Bonito, Mato Grosso do Sul. Tarde do dia 16 de julho de 2011. Temperatura de 30 graus centígrados. No Rio Formoso, junto ao Balneário Municipal, grandes cardumes de piraputangas se aglomeram em determinados pontos, onde os visitantes podem alimentá-los com uma ração adequada. Nas águas do rio, cuja temperatura aparentemente não passa dos 20 graus, só os banhistas mais corajosos se arriscam a entrar. Nas fotos abaixo, a ondulação da água e os reflexos da luz do sol causam distorções nas imagens dos peixes (principalmente naqueles que estão em profundidade maior ou mais distantes do foco da câmera fotográfica. A terceira e a quinta fotos são recortes destacando partes das fotos imediatamente anteriores. Clique nas imagens para aumentar.

.

Abaixo, a filmagem das mesmas (e também de outras) cenas:

A Piraputanga tem nome científico de Brycon microlepis.

A Gruta e seu Lago Azul

fevereiro 1, 2011

A Gruta do Lago Azul foi, se não me engano, a primeira grande atração turística de Bonito – MS. E parece que continua sendo a mais concorrida, embora pouco indicada para crianças, pessoas mais idosas ou obesas, já que a descida, com seus degraus irregulares, exige bom condicionamento físico e muita atenção. O blog visitou o local no dia 25/01/2011. (CLIQUE NAS FOTOS PARA AUMENTAR).

Ao lado do guia, uma visitante examina os primeiros dos 190 degraus que iria percorrer.

Uns vinte degraus abaixo, visão longínqua dos estalactites da parede-teto dos fundos.

A Luz do Sol aparece, filtrada por leve cerração. As rochas e os estalactites ganham cor.

A parede dos fundos, ainda longe.

Guia à frente, os visitantes descem cuidadosamente.

Olhando para trás, a boca da gruta e a névoa emanando das rochas.

Visitantes de outro grupo examinam as estranhas ou belas formas da gruta. À esquerda, luz do Sol e névoa.

Formas, cores e texturas inusitadas.

À esquerda, um grupo precursor demora no patamar mais próximo do lago.

O mesmo grupo, no mesmo patamar. À esquerda, uma rocha eternamente úmida. E em crescimento pelo lentíssimo mas constante depósito de cálcio.

Outra visão do lago azul. Em dias que o Sol incide mais diretamente, o espetáculo ganha muito em beleza.

A parte esquerda do Lago Azul.

Formações acima do lago.

Outros grupos, descendo.

Os mesmos grupos. À esquerda, um lance de degraus.

Esse cenário repete, em parte, o da quinta foto, acima. Com incidência maior da luz, as cores das rochas se modificaram.

Opinião do Blog:

Há melhoramentos que precisam ser feitos, e com urgência. O interior da gruta, apesar de ser um lugar geologicamente instável, pode com segurança sofrer pequenas alterações, desde que, é claro, conduzidas por um grupo de engenheiros e geólogos. Em dois ou três pontos mais críticos, com degraus muito irregulares e molhados, seria possível sobrepor pequenas estruturas de concreto armado. Essas estruturas não prejudicariam em nada a beleza do cenário, e acrescentariam muito em segurança.

Outro ponto a ressaltar é o acesso à Gruta. Nos 22 quilômetros que a separam da cidade, a estrada em boa parte foi revestida com pedras de mão, pontiagudas, que causam grande trepidação nos veículos. No trecho melhor, mais próximo à gruta, há uma ponte minúscula, para passagem de apenas um veículo, precedida de um mata-burro. O governo estadual já deveria ter providenciado, e há muito tempo, o asfaltamento dessa ligação. Lembramos que trechos maiores do que esse, próximos à capital, são constantemente recapeados, sem qualquer necessidade real.

Bonito : o Rio Sucuri

janeiro 29, 2011

Na opinião do blogueiro, a maior atração da cidade turística de Bonito, no Mato Grosso do Sul, é o Rio Sucuri, com suas águas cristalinas planando sobre seu leito-jardim. Nesse local se pratica a flutuação (num percurso de 1500 metros) e remo + flutuação (percurso menor). Fotos do dia 25/01/2011, entre 14:30 e 16 horas. (CLIQUE NAS FOTOS PARA VÊ-LAS, AUMENTADAS, EM OUTRA ABA).

Nascente do Rio Sucuri.

Ainda a nascente. Aqui tudo é água. Na parte de baixo ela reflete o céu; mais acima a água é praticamente invisível, mostrando o fundo, a pelo menos 50 cm da superfície. Notem os peixes.

Junto ao deck de partida. Como em grande parte do percurso, aqui a profundidade do rio é de 1,5 metro.

Na parte seca do deck, o guia Lee dá instruções usando linguagem corporal.

A maior parte dos visitantes segue flutuando. Duas mulheres flutuam junto ao barco, semi-apoiadas.

Um pequeno cardume de piraputangas.

As partes em azul-claro são refrações dos depósitos de conchas de caracóis, no leito do rio.

No azul de cima, a superfície reflete o céu. O azul de baixo é refração do leito do rio.

Aqui imperam as plantas subaquáticas.

O fundo novamente dividido entre jardim e conchas.

Os flutuadores pioneiros mantêm a dianteira.

Reverberações: beleza pura.

Reverberações e reflexos.

Minifloresta subaquática.

Mosaico líquido.

Outro belo mosaico.

Ponto final do percurso de flutuação.