“Não vá, Manoel!”

Apresentamos abaixo poema e ilustração de Jarbas Similevinsk:


Como se percebe, ele faz referência ao famoso poema de Manoel Bandeira, “Vou-me embora pra Pasárgada”, e também a obras famosas (e tipicamente parnasiano-herméticas) de outros modernistas, como Drummond e João Cabral.

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Uma resposta to ““Não vá, Manoel!””

  1. Henrique Pimenta Says:

    Você não é fácil. Os modernos que se cuidem!…

    __________

    Valdir diz:

    Bom, Pimenta: não sou contra a “ideologia” do modernismo-surrealismo. Poderia dar bons frutos se o pessoal da Semana não tivesse esculachado tanto as outras vertentes da Poesia (e até da Prosa). Esculacharam tanto que o esculacho se voltou contra eles: seus seguidores, inclusive esse Manoel aí de cima, interpretaram muito mal os manifestos oswaldianos e os manifestos surrealistas (principalmente estes) e concluiram que fazer poesia inteligível (isto é, comunicar idéias e sentimentos a outros seres humanos) “não era moderno”.

    Me parece que os Modernos estão meio, ou até inteiramente, perdidos. Não se produz nada original há décadas. A falta de leitura, ou a pouca leitura, em parte motivadas pela incomunicabilidade poética (mas na parte maior, bem maior, pela hegemonia do Cinema e da TV), levou o planeta à quase total falta de imaginação…

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