O Anhanduí nos primeiros 2200 metros

Campo Grande – MS, na chuvosa manhã de 25 de maio de 2012.

Este é o Córrego Segredo. Ali na frente, antes da ponte e debaixo do Arco-íris, ele se encontra com o Córrego Prosa (que vem pela esquerda), e as águas dos dois formam o Rio Anhanduí.

Com a câmera apontada para montante, as galerias de 4 metros por 4 metros que trazem as águas do Prosa.

O encontro do Segredo (esquerda) com o Prosa (direita). E aí começa do Rio Anhanduí.

O mesmo encontro de águas, visto da ponte da Rua Tonico de Carvalho.

Da mesma ponte, câmera voltada para jusante. Os paredões em placas de concreto armado foram construidos na administração do prefeito Juvêncio César da Fonseca, no final dos anos 80.

A jusante, a ponte da Rua Brilhante. As placas de concreto armado resistem bem à ação do tempo e das grandes enxurradas. Até aqui, apenas duas (uma próximo ao Horto – vide a foto do arcoíris,  acima – e outra no Cabreúva) descolaram dos taludes.

Rio abaixo, o viaduto da Avenida Salgado Filho, e depois a ponte da Rua Santa Adélia.

O viaduto da Salgado Filho.

No alto do viaduto, e olhando a montante do rio, tem-se esta vista da cidade. À direita, o Centro.

Ainda do viaduto, e olhando para o Sul (jusante), temos, à esquerda, o “atacarejo” Fort, que encobre a vista do contíguo Shopping Norte-Sul Plaza.

Aqui começaram (uma das vitrines para a reeleição de 2008) as obras da administração Nelsinho Trad. Passado o pleito, foram abandonadas inconclusas.

Pouco abaixo, o cenário piora.

O mesmo cenário anterior, visto de outro ângulo.

Nesse trecho, os taludes foram protegidos pelo mato. Ao fundo, a ponte construída para facilitar o acesso ao Shopping.

Os cavaletes da Agetran para o desvio do trânsito já se tornaram, neste e em outros trechos, parte da paisagem.

Rua Ceres, início do Jardim Marcos Roberto.

Um cenário bucólico.

Adiante, o mato continua protegendo o bem público.

Moradia improvisada. Próximo a ela, e junto à árvore, uma fogueira ainda fumega.

Lado de cá, lixo; lado de lá, erosão.

Ponte da Rua Bonsucesso.

Voltando da ponte vemos, na margem direita do rio, nova erosão.

Rio acima, outra erosão na margem direita.

Estacas de aço, ainda aguardando caixotaria para muro baixo de arrimo.

De volta às proximidades do Shopping. Na margem esquerda as águas pluviais vão solapando os muros baixos de arrimo.

Aqui a terra ainda não foi reposta. E lagoa improvisada convida mosquitos da Dengue.

Junto à ponte construida para o Shopping, o início de enésima erosão.

Pedras agrupadas por aramados, restos da obra de 2008. A deposição provisória se tornou permanente.

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