Carrintrilho (2)

Experimentamos, no teste descrito na postagem anterior, duas formas de impulsionar o carrintrilho: modo remo e modo skate. No novo teste, o quarto, realizado na última quarta-feira, 06/04/2011, verificamos que há um terceiro modo: o modo Empurra. Nesse modo o veículo deslisa suavemente sobre os trilhos, e o “empurrador” despende pouca energia caminhando normalmente entre os trilhos (ou sobre um deles). A não ser que resolva acelerar a marcha, obtendo os resultados mostrados no vídeo abaixo.

Nas fotos, primeiro aparecem as meninas, impulsionando o carrinho em caminhada normal. Depois aparece o rapaz atuando em marcha acelerada e depois dando um impulso final para o carrinho seguir sozinho por 10 ou 20 metros.

Na foto seguinte, as meninas inventaram um quarto meio de impulsionar o carrintrilho:

O vídeo abaixo dá uma idéia melhor do desempenho do carrintrilho (que ainda deve ser aperfeiçoado).

Esse teste (que resultou em 1 rolimã arrancado), bem como os anteriores, foram realizados no trecho ferroviário (ferrovia desativada há 15 anos) entre a Estação Guavira e o córrego situado a 2 quilômetros rumo sul.  A 20 km de Campo Grande mas já no município de Terenos. Abaixo, algumas fotos da ferrovia, do córrego e de um pequeno viaduto alguns metros após o córrego.

O córrego passa por uma pequena galeria sob os trilhos.

A largura normal do córrego é de 3 metros, mas aqui, na saída da galeria sob os trilhos, formou-se um "poço", ou pequeno lago, usado para recreação dos habitantes da redondeza.

Vinte metros adiante do córrego, os trilhos parecem atravessar um vazio...

Mas como se vê, trata-se de um pequeno mas belo viaduto.

É construção bem feita, que vem desafiando o tempo. Seria da época da construção da ferrovia, em 1945 ou 1946?

As grossas estruturas de aço que sustentam os trilhos num vão de 3 metros.

Anúncios

%d blogueiros gostam disto: