Flores Silvestres (3)

Uma azulzinha fantástica, mas que ainda não identificamos.

Esta é uma das várias espécies de Corda-de-Viola. Sem dúvida uma Ipoméia. Talvez seja Ipomoea indivisa ou Ipomoea hederifolia, mas as folhas não congruem com as mostradas no livro “Plantas Daninhas do Brasil”, de Harri Lorenzi , páginas 244 e 245.

Outro aspecto da pequena Ipoméia.

Plantinha desconhecida por nós. Botão prestes a abrir.

P.S. 16/04/2011: Deve ser Oxypetalum banksii, variedade não identificada.

P.S. 20/02/2014: Na verdade é Oxypetalum balansae. Ver comentário abaixo, do leitor “hermano” Gustavo Hildt.

Em primeiro plano, flor recém-aberta; atrás, flor mais “velha”, talvez já fecundada.

Outra foto dessa charmosa trepadeira.

Esta é uma Turnera. Parece que Turnera subulata. Mede de 5 a 6 cm de diâmetro.

O mesmo exemplar de Turnera, visto de outro ângulo.

Outra plantinha de extremo charme e beleza. Deve ser Richardia grandiflora. Mede de 1,5 a 2 cm de diâmetro.

Outro arbusto desconhecido. Flor com 1,5 cm de diâmetro.

Flor da mesma planta mostrada na foto anterior. Aqui, acompanhada por frutos novos.

Duguetia furfuracea. A beleza dessa flor tem que ser garimpada: ela não se abre à nossa vista; as pétalas devem ser afastadas.

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4 Respostas to “Flores Silvestres (3)”

  1. Ligia Says:

    todas as espécies são, simplesmente, lindas.
    Ainda bem que existem pessoas como voces.
    parabéns
    _____
    do blog:

    Obrigado pelo incentivo, Ligia!

  2. pimentinha Says:

    Concordo plenamente, Ligia. Algumas pessoas (raras, infelizmente) são dotadas de sensibilidade especialíssima. Que bom que elas existem.
    _____
    do blog:

    E você, Pimentinha, recebeu o e-mail que esta pessoa comum, o blogueiro-chefe, mandou em resposta ao seu e-mail?

  3. pimentinha Says:

    Esse questionamento já é uma resposta, Timblindim; obrigada, mas o E-mail não chegou, infelizmente.

  4. Gustavo Hildt Says:

    Puede ser Oxypetalum balansae… yo también lo encontré y pensé que era O. banskii

    Saludos!
    __________
    Valdir diz:

    Gracias, Gustavo!

    É mesmo Oxypetalum balansae. Nesta postagem a professora Maria Ana, da UFMS, confirma.

Comentários encerrados.


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