No Parque NI (02)

Belezas

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A árvore que poderíamos chamar de Catavento ( Peschiera fuchsiaefolia ) cria essa magnífica flor em forma de… catavento. Diâmetro de 3 centímetros.

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Este jovem quati saiu de seu habitat, o Parque Estadual do Prosa, à procura de comida no Parque Ni.

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Esta jabuticabeira já apresenta uma grande quantidade de frutos em formação, mas promete dobrar a safra com uma nova e poderosa florada.

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À frente de Mamãe Capivara, dois filhotes observam os visitantes mais próximos.

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Ipês brancos. Depois de uma esplendorosa floração, uma frutificação prá ninguém botar defeito.

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Mamãe Quero-quero e outros do grupo familiar mantém o filhote dentro de um círculo de proteção.

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Um pequeno bosque recebendo os raios de Sol da tardinha.

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A coruja (supostamente o macho) vigia a entrada da toca.

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O lago do parque, visto da ponte, quase ao por-do-Sol.

Problemas

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A má nutenção continua. O Poder Público não sabe o que fazer com esses grupos de construções (em número de 5, projetados para abrigarem lanchonetes). Dos 5, este e mais um estão depredados. Não obstante, do terraço da construção arredondada…

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… tem-se esta bela vista da cidade.

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Tratores resolvendo problemas inexistentes. Aqui, um deles iniciando o trabalho.

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Aqui, o trabalho já foi realizado. Percebe-se que havia pouco o que roçar. Entre a roçada anterior e esta, não deve ter decorrido mais do que 10 ou 15 dias. Como praticamente ninguém, a não ser algum fotógrafo e acompanhantes, percorre os pastos, é injustificável esse tratamento, que só faz compactar o solo, abrindo caminho para futuras erosões (que já acontecem em algumas áreas do parque).

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Aqui um problema resolvido. Presumivelmente, alguns animais vinham “roendo” as cascas das árvores, levando-as à morte. O telado resolve o problema das árvores, embora não o dos bichos que parecem estar carentes de alimentação adequada.

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Este jovem quati saiu de seu habitat natural, as matas do vizinho Parque Estadual do Prosa, em busca de alimentos. Parece haver uma super-população para esses animais, o que exigiria um deslocamento de parte do grupo. No Parque NI a super-população atinge as capivaras. O blog observou a existência de dois animais doentes: um manquitolando penosamente, o outro com a pelagem quase toda caída.

Poema

Ah, a Poesia das construções abandonadas! Nesse item (o das grandiosas obras inacabadas), Mato Grosso do Sul deve ser imbatível. Só está faltando um Poeta para cantá-las. E para que ele se sinta mais estimulado, o blog informa que o poema será musicado por uma das orquestras que atuam nas águas paradas junto às construções.

Abaixo, a futura Casa do Pantanal, com a construção iniciada no segundo semestre de 2006 e as paredes levantadas no segundo semestre de 2008. Pela sacrossanta Magia dos Anos Pares, no segundo semestre de 2010 as três ONGs encarregadas de executar o projeto (Fundação Manoel de Barros, UNIDERP e Centro de Ensino Superior de Campo Grande S/S Ltda.) devem nos brindar com contra-pisos e telhados…

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Uma resposta to “No Parque NI (02)”

  1. lins Says:

    lindo! De longe dá ainda mais saudades desse parque!
    A falta de cuidados dá pena!

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