Os “hómi” foram mesmo à Lua ?

Em 1969, quando eu tinha 23 aninhos, assisti pela TV à “chegada do Homem à Lua”. Tudo me pareceu muito real, tão real (embora menos charmoso) quanto um filme de Hollywood, onde o Bem sempre vencia o Mal. Bom, naquele tempo se acreditava em tudo o que saía na Imprensa (escrita, falada, filmada ou televisionada), não havendo vozes independentes como a dos blogs de hoje, que por enquanto ainda resistem às pressões dos Donos da Verdade.

Até os soviéticos engoliram a história, pois, mais atrasados em telecomunicações, não tinham elementos para provar que tudo não passara de uma … história. É claro que até hoje ninguém tem elementos para provar que “não houve alunissagem” (como explica muito bem o blog  http://www.ufos-aliens.co.uk/cosmicapollo.html ); mas as supostas “provas” da alunissagem também não merecem esse nome. Assim, estamos por enquanto num empate. Ou melhor, estaríamos se jogássemos fora a noção jurídica de que a prova “cabe a quem alega”, não se podendo, pela lógica, provar um não-acontecimento.

Vejamos algumas coisas estranhas, que só o Tempo, Senhor da Razão, nos foi desvendando, sem a ajuda da Grande Mídia (que continua mentindo, cada vez mais açodadamente).

1. Os Estados Unidos teriam enviado, de 1969 a 1972, 7 missões Apollo sucessivas à Lua, obtendo êxito em 6 (a da Apollo 13 abortou). Os vídeos recebidos (e copiados pela Mídia da tela de um televisor da NASA em Houston – coisa de pirata amador, apresentada como transmissão ao vivo) eram de má qualidade e as fotos, de boa qualidade, fornecem um enxame de dúvidas e indícios de fraude (ver, a propósito, o site brasileiro http://www.afraudedoseculo.com.br) .

2. Os computadores que os módulos espaciais pretensamente possuiam tinham no máximo 256 kbytes de memória, menos do que uma calculadora de feira de hoje em dia. Com esse computador, que estava a décadas de ouvir falar em chip, só poderiam calcular quantos minutos levariam para serem fritados pela radiação do primeiro Van Allen Belt que encontrariam … caso estivessem mesmo indo em direção à Lua.

3. Essas missões Apollo não seguiram a marcha normal dos progressos tecnológicos: não houve a sequência normal acertos – erros – correção dos erros – novos erros – novas correções, até se atingir um grau de funcionalidade satisfatória. Não: o projeto nasceu perfeito, como se saído da mente de um Deus. O estranho é que, sendo um projeto perfeito, com equipamentos perfeitos, que só falharam 1 vez, de repente foi abandonado. Foram abandonados os módulos, os foguetes lançadores (Júpiter 5), foi tudo para a lata de lixo da História. Seria porque a partir de 1972 outros atores (principalmente a antiga URSS) já estariam em condições de fazer acompanhamentos reais das peripécias estadunidenses pela atmosfera terrestre (ou eventualmente fora dela)?

4. Projetos bem mais recentes do que o das missões Apollo apresentam “n” problemas, em áreas que são “pinto” perto do problema de atravessar os dois Anéis Radiativos Van Allen com nave tripulada. Por exemplo, a reentrada dos ônibus espaciais dunidenses (não soa melhor do que estadunidenses?) nas camadas inferiores da atmosfera, que uma vez chegou a matar vários astronautas devido a problemas com o revestimento da nave (ver item 8, abaixo). Ora, em 1969/1972 essas camadas da atmosfera eram mais amigáveis? Ou os módulos lunares teriam sido construídos com materiais que hoje já não existem? Como a NASA nunca mencionou essas hipotéticas alterações de circunstâncias, fica registrada a estranheza (ou inverossimilhança) dos “bons ventos” das missões Apollo…

5. O normal, nas relações conflitantes entre EUA e URSS, era um gol marcado por um lado ser logo seguido por gol equivalente marcado pelo outro lado. Foi assim com a bomba atômica (EUA saiu na frente, URSS logo alcançou), foguetes intercontinentais (URSS saiu na frente, EUA pouco depois emparelhou), colocação de satélite em órbita (novamente URSS na frente e EUA na cola), etc. Vocês acham que se os dunidenses tivessem mesmo achado a fórmula e os processos de alcançar a Lua com uma nave tripulada, os soviéticos não teriam por sua vez repetido o feito? Mesmo porque não há melhor estímulo para se achar a solução de um problema do que saber com certeza que o problema tem solução. Entretanto, os soviéticos ficaram aqui por perto, com as suas estações orbitais (com muitos lançamentos que falharam por não colocarem os astronautas em órbita ou pelos módulos não se acoplarem à Estação). E estão até hoje, agora como russos e na ISS – Estação “Espacial” Internacional, coletando dados sobre os Van Allen Radiation Belts e outros “pequenos problemas” que barram investidas tripuladas rumo à Lua. E os dunidenses fazem a mesmíssima coisa, na mesma estação, tal como se nunca tivesse havido viagens “reais” ao satélite terrestre…

6. Traduzi um dos 33 itens apresentados ao final da página “The Faked Apollo Landings!!!” ( http://www.ufos-aliens.co.uk/cosmicapollo.html ):

“25) Em 1998, o Ônibus Espacial (Space Shuttle) voou para uma de suas maiores altitudes, 350 milhas, centenas de milhas abaixo do início do [primeiro] Van Allen Radiation Belt. Abrigados por roupa protetora, superior à que os astronautas das missões Apollo possuiam, os tripulantes do ônibus disseram que podiam “ver” a radiação atravessando a proteção e as retinas de seus olhos fechados. Um dentista que aplica raios-x que perduram 1 centésimo de segundo se protege com uma placa de 1/4 de polegada; imagine o que seria aguentar [como pretensamente fizeram os astronautas das missões Apollo] várias horas de radiação que você pode ver com seus olhos fechados, e [apenas] com uma proteção de 1/8 de polegada de alumínio!”

7. Há um excelente site sobre a ISS (Estação Espacial Internacional), da Agência Espacial Canadense: http://www.asc-csa.gc.ca/eng/iss/default.asp .

8. Tradução do primeiro parágrafo do texto existente em http://en.wikipedia.org/wiki/Space_Shuttle_Columbia_disaster (o sentido da palavra “perda”, “loss” em inglês, é mesmo “morte”; o eufemismo é injustificável):

O desastre com o Ônibus Espacial Colúmbia ocorreu no dia 1º de fevereiro de 2003, quando a nave se desintegrou sobre Palestine, no Texas, durante a sua reentrada na atmosfera, com a perda de todos os 7 membros da tripulação, próxima de completar sua 28ª missão, a STS-107.

Anúncios

Uma resposta to “Os “hómi” foram mesmo à Lua ?”

  1. lins Says:

    legal o post.
    Nao esta em meu rol de conhecimentos nada sobre tecnologia ou sobre essas questoes de ter ou nao ido o homem à lua. O fato eh que eh meio patetico que ha quem aceite isso tao sem discussoes.
    Falando de provas, por exemplo, para mim, que nada tenho de conhecimentos sobre a area, somente indo mesmo para estar provado.
    Nem sim, nem nao, muito pelo contrario.

    (estou com uma crise no teclado em relacao a acentos e caracteres especiais)
    _____
    do blog:
    Lins: tendo em vista todos os interesses que permeiam esses fatos ou factóides envolvendo os Donos do Poder, a melhor posição é a que você falou. Tipo São Tomé, que só acreditava vendo. Soube que a NASA estava planejando uma “nova” alunissagem para 2015, mas que agora adiou para 2020. Só faltava, com tanta demora, a montanha vir a Maomé, isto é, os selenos aparecerem por aqui, descendo de elevador e, bem diferente do que acontece nos filmes dunidenses, pousando… na Coréia do Norte.

Comentários encerrados.


%d blogueiros gostam disto: