Trilhos Abandonados (1)

Entre o Natal e o Ano Novo o blog percorreu um trecho (entre a Av. Mato Grosso e a Av. Afonso Pena) da antiga ferrovia que cortava o centro de Campo Grande. Viu coisas interessantes e de uma certa beleza; mas viu também, em ponto menor, desleixos e degradações.

trilhos_01

Do lado esquerdo, a Av. Calógeras; ao fundo, viaduto sobre a Rua Antônio Maria.

trilhos_02

Trilhos e dormentes.

trilhos_03

Uma antiga casa de ferroviário e um aviso de priscas eras.

trilhos_04

O viaduto sobre a Rua Antônio Maria.

trilhos_05

Neste trecho, entre a Calógeras e a ferrovia, degradação.

trilhos_06

Viaduto sobre a Rua Maracaju.

trilhos_07

Aqui os trilhos foram interrompidos pela Rua Cândido Mariano.

trilhos_08

Entre a Cãndido Mariano e a Dom Aquino, vê-se lixo e quase não se vê os trilhos.

trilhos_09

Junto à Rua Barão, revoada de pombos.

trilhos_10

Ao fundo, a Av. Afonso Pena.

Anúncios

3 Respostas to “Trilhos Abandonados (1)”

  1. Marcio Says:

    Olá!

    Gostei dessas fotos! Não sei pq mas sempre gostei de ver trilhos abandonados, imaginar q ali passava um veículo q levava cargas e passageiros, q aquele trecho um dia já foi importante, etc. É coisa de infância, difícil de explicar. Obrigado!
    _____
    do blog:

    Sem contar, Marcio, da beleza plástica dos trilhos e de seus sentidos alegóricos como porto-seguro, ou caminho para uma vida melhor, etc…

  2. claudio Says:

    https://www.facebook.com/CLAUDIO.AVELINO?ref=tn_tnmn#!/media/set/?set=a.10151508620072440.1073741826.570142439&type=3

  3. Aloizio Barros de Souza Says:

    Triste ver estas imagens. Ver como é tratada a ferrovia no Brasil. Nosso país não adota uma política ferroviária para esvaziar as rodovias cada dia mais cheias e com engarrafamentos. Não poderia esta linha estar sendo usada para o transporte urbano de passageiros???
    __________
    o blog diz:

    Sem dúvida alguma, Aloizio. Mas para isso seria necessário contarmos com “homens públicos” que não pensassem apenas em negociatas. Aproveitar infraestruturas já existentes exige imaginação e algum trabalho, mas… relativamente pouco dinheiro. E onde tem pouco dinheiro, tem pouca comissão ou pouca retribuição na hora da campanha eleitoral. Assim, aceita-se as propostas-prontas (e escorchantes em termos financeiros) das empreiteiras do asfalto, e dane-se o mundo e o eleitor. Este, na próxima eleição, vai eleger o candidato mais bonito ou mais jovem, e tudo recomeça igual…

Comentários encerrados.


%d blogueiros gostam disto: