Arquivo da categoria ‘Natureza’

No Parque NI (02)

Outubro 15, 2009

Belezas

peschiera_fuchsiaefolia_01

A árvore que poderíamos chamar de Catavento ( Peschiera fuchsiaefolia ) cria essa magnífica flor em forma de… catavento. Diâmetro de 3 centímetros.

quati_31

Este jovem quati saiu de seu habitat, o Parque Estadual do Prosa, à procura de comida no Parque Ni.

parque_ni_32

Esta jabuticabeira já apresenta uma grande quantidade de frutos em formação, mas promete dobrar a safra com uma nova e poderosa florada.

capivaras_31

À frente de Mamãe Capivara, dois filhotes observam os visitantes mais próximos.

ipe_branco_11

Ipês brancos. Depois de uma esplendorosa floração, uma frutificação prá ninguém botar defeito.

quero_quero_02

Mamãe Quero-quero e outros do grupo familiar mantém o filhote dentro de um círculo de proteção.

parque_ni_31

Um pequeno bosque recebendo os raios de Sol da tardinha.

coruja_01

A coruja (supostamente o macho) vigia a entrada da toca.

parque_ni_33

O lago do parque, visto da ponte, quase ao por-do-Sol.

Problemas

parque_ni_34

A má nutenção continua. O Poder Público não sabe o que fazer com esses grupos de construções (em número de 5, projetados para abrigarem lanchonetes). Dos 5, este e mais um estão depredados. Não obstante, do terraço da construção arredondada…

parque_ni_35

… tem-se esta bela vista da cidade.

parque_ni_36

Tratores resolvendo problemas inexistentes. Aqui, um deles iniciando o trabalho.

parque_ni_37

Aqui, o trabalho já foi realizado. Percebe-se que havia pouco o que roçar. Entre a roçada anterior e esta, não deve ter decorrido mais do que 10 ou 15 dias. Como praticamente ninguém, a não ser algum fotógrafo e acompanhantes, percorre os pastos, é injustificável esse tratamento, que só faz compactar o solo, abrindo caminho para futuras erosões (que já acontecem em algumas áreas do parque).

parque_ni_38

Aqui um problema resolvido. Presumivelmente, alguns animais vinham “roendo” as cascas das árvores, levando-as à morte. O telado resolve o problema das árvores, embora não o dos bichos que parecem estar carentes de alimentação adequada.

parque_ni_39

Este jovem quati saiu de seu habitat natural, as matas do vizinho Parque Estadual do Prosa, em busca de alimentos. Parece haver uma super-população para esses animais, o que exigiria um deslocamento de parte do grupo. No Parque NI a super-população atinge as capivaras. O blog observou a existência de dois animais doentes: um manquitolando penosamente, o outro com a pelagem quase toda caída.

Poema

Ah, a Poesia das construções abandonadas! Nesse item (o das grandiosas obras inacabadas), Mato Grosso do Sul deve ser imbatível. Só está faltando um Poeta para cantá-las. E para que ele se sinta mais estimulado, o blog informa que o poema será musicado por uma das orquestras que atuam nas águas paradas junto às construções.

Abaixo, a futura Casa do Pantanal, com a construção iniciada no segundo semestre de 2006 e as paredes levantadas no segundo semestre de 2008. Pela sacrossanta Magia dos Anos Pares, no segundo semestre de 2010 as três ONGs encarregadas de executar o projeto (Fundação Manoel de Barros, UNIDERP e Centro de Ensino Superior de Campo Grande S/S Ltda.) devem nos brindar com contra-pisos e telhados…

casa_do_pantanal_01

casa_do_pantanal_02

casa_do_pantanal_03

casa_do_pantanal_04

casa_do_pantanal_05

casa_do_pantanal_06

.

Passeio pelo Morro do Paxixi

Outubro 6, 2009

O Morro do Paxixi não tem um perfil característico como outros (Morro Azul, Morro do Chapéu) da região. Do distrito de Camisão, município de Aquidauana (MS), vai-se subindo lentamente até o seu topo, onde existem 3 grandes antenas de comunicação. No percurso ocorrem, em vários pontos, escarpas e despenhadeiros. A estrada até o topo, mantida pelas empresas de telecomunicações e pela Prefeitura do município, recebeu concretagens e asfaltamento precário, ambos com guias laterais (mas sem as necessárias microbacias), nos trechos mais íngremes ou beirando precipícios.

A meio-caminho topa-se com o Córrego do Morcego, com duas belas quedas d’água, uma com 3 metros e a outra com 36 metros de altura.

Este passeio foi realizado na manhã do dia 4 de outubro de 2009, domingo.

Clique nas fotos (5 delas de autoria do estudante Rafael Lopes) para aumentar.

morro_do_chapeu_01

À esquerda, na estrada-parque, próximo à localidade de Camisão, vê-se o Morro do Chapéu.

distrito_camisao_01

Do mesmo ponto de vista, uma cena bucólica: cavaleiros na estrada, um Tarumã florido à direita.

distrito_camisao_02

Pouco adiante, já nos limites do Camisão, vista do Morro das Araras.

distrito_camisao_03

Passada a localidade, toma-se o rumo do Paxixi. Não ficamos sabendo do nome do morro adiante.

distrito_camisao_04

O mesmo morro, visto mais de perto.

distrito_camisao_05

Início calçado de um trecho íngreme.

distrito_camisao_06

Outro trecho íngreme, com asfalto grosseiro.

distrito_camisao_07

Mais adiante, a estrada margeia um despenhadeiro.  Dali se tem esta vista.

corrego_do_morcego_01

Novamente calçada, a estrada atravessa o Córrego do Morcego, atualmente com pouca água. Dizem os ambientalistas que o Córrego, como curso d’água permanente, está com os dias contados, em face do desmatamento (para transformação em pastagens) morro acima.

corrego_do_morcego_02

Esta é a primeira queda (margeando a  estrada), com cerca de 3 metros de altura.

corrego_do_morcego_03

A mesma queda (vista lateral).

corrego_do_morcego_04

Vinte metros abaixo, num curso em pequeno desnível mas extremamente perigoso, pois o leito é escorregadio, as águas despencam para o vale, numa queda de 36 metros.

corrego_do_morcego_06

A segunda queda, com 36 metros de altura.

corrego_do_morcego_07

Vista parcial da mesma queda.

corrego_do_morcego_08

A base da cachoeirinha.

corrego_do_morcego_05

O fotógrafo Rafael Lopes teve, na volta, de enfrentar esse ponto cheio de raízes expostas e pedras pouco seguras.

distrito_camisao_08

De novo seguindo para o alto do morro do Paxixi. À frente, novo trecho íngreme, precariamente asfaltado.

alto_do_paxixi_01

As três torres de comunicação no alto do morro.

alto_do_paxixi_02

Vista a partir do topo do morro, olhando-se na direção do Pantanal. Como outros morros da região, o Paxixi alcança pouco mais de 600 metros de altura em relação ao nível do mar. As terras mais baixas aqui visualizadas ficam na cota de 200 metros.

alto_do_paxixi_03

A parte esquerda, mais aproximada, da mesma vista. O azulado da paisagem se deve ao tempo seco e aos incêndios e queimadas da região.

alto_do_paxixi_04

A parte direita da mesma vista.

alto_do_paxixi_05

Um exemplar da árvore Didal (ou Dedal, ou Dedaleira).

alto_do_paxixi_06

À esquerda, exemplares recém-folhados de Barbatimão; à direita, exemplares de Pequizeiros.

alto_do_paxixi_07

Vista a partir de outro ponto, olhando-se para o lado oposto ao do Pantanal. À esquerda, entrada para uma fazenda de gado.

alto_do_paxixi_08

Descendo o morro. Neste trecho o bom calçamento tem guias e desvios para a água da chuva. Mas após esses desvios não há micro-bacias para retenção parcial das águas e diminuição da força das enxurradas. Essas micro-bacias poderiam ser feitas manualmente, por um único trabalhador. Que tal alguma ONG se oferecer para o trabalho voluntário? O blogueiro topa ajudar.

distrito_camisao_09

Novamente nas terras mais baixas, uma bela cena campestre.

esperando_a_peixada

No fim do passeio, e já no distrito de Piraputanga, enquanto os adultos conversam e tomam uma cervejinha, a garota Luísa espera o almoço traçando arabescos digitais.

.

O Parque da Cachoeirinha

Fevereiro 26, 2009

Cortada longitudinalmente pelo Córrego Prosa, a área de 5 hectares próxima ao Shopping Campo Grande é indubitavelmente um parque, e não uma “praça” como foi erroneamente cognominada pela Prefeitura (as autoridades deveriam consultar o senso comum e o Dicionário Aurélio). É nesse espaço, já próximo à Avenida Ceará, que fica a famosa Cachoeirinha, que deu nome ao bairro (“Cachoeira”) defronte ao citado Centro Comercial.

É um espaço magnífico, digno dos melhores (geralmente os mais baratos) cuidados da administração municipal. E não apenas pela cachoeirinha em si, mas por todo o trajeto do Prosa e também pelos arvoredos e campos existentes no local. (CLIQUE NAS FOTOS PARA AUMENTÁ-LAS).

cachoeirinha_01

Aqui começa o parque. Ao fundo, o Shopping Campo Grande.

cachoeirinha_02

Foto tirada do mesmo ponto anterior, mas mostrando o córrego a jusante.

cachoeirinha_03

Um belo campo de braquiária. As árvores margeiam o córrego.

cachoeirinha_04

O Córrego Prosa, no centro do parque.

cachoeirinha_05

Do mesmo ponto, córrego a montante.

cachoeirinha_06

O alto da cachoeirinha.

cachoeirinha_07

A cachoeirinha, vista mais de perto.

cachoeirinha_08

A cachoeirinha, vista de frente, de um ponto do viaduto da Rua Ceará.

cachoeirinha_09

Crescendo num espaço entre as braquiárias, esta planta esbanja beleza. Flor com cerca de 1 cm de diâmetro.

cachoeirinha_10

Outra flor (com 5 cm de diâmetro), de planta vicejando à beira do Córrego Prosa.

Depois da Chuva

Janeiro 17, 2009

gotasdechuva_01

Arbusto não identificado. Possivelmente do gênero Senna.

gotasdechuva_02

Folhas novas de pequizeiro.

gotasdechuva_03

Arbusto não identificado. Flores muito parecidas com as das byrsonimas.

gotasdechuva_04

Erva de Santa Luzia (Commelina nudiflora L.).

gotasdechuva_05

Arbusto não identificado.

Flores e Animais

Novembro 27, 2008

Ilha do Mel, Paraná, 23 e 24/11/2008.

bromelia_01

Vicejando entre pedras, belo exemplar de uma bromeliácea.

flor_40

Arbusto de 1 metro de altura, flor de 4cm de diâmetro.

molusco_01

Preso numa poça d’água durante a maré baixa, este molusco de 5 cm de diâmetro não pareceu muito amigável. Estimulado com uma varinha, espirrou água e afundou na areia.

passaros

Na manhã de fria garoa, estes pássaros, encorujados, procuram alimento no leito exposto pela maré baixa.

carcara_06

Reagindo à aproximação do fotógrafo, o Carcará prepara o vôo.