Belezas
A árvore que poderíamos chamar de Catavento ( Peschiera fuchsiaefolia ) cria essa magnífica flor em forma de… catavento. Diâmetro de 3 centímetros.
Este jovem quati saiu de seu habitat, o Parque Estadual do Prosa, à procura de comida no Parque Ni.
Esta jabuticabeira já apresenta uma grande quantidade de frutos em formação, mas promete dobrar a safra com uma nova e poderosa florada.
À frente de Mamãe Capivara, dois filhotes observam os visitantes mais próximos.
Ipês brancos. Depois de uma esplendorosa floração, uma frutificação prá ninguém botar defeito.
Mamãe Quero-quero e outros do grupo familiar mantém o filhote dentro de um círculo de proteção.
Um pequeno bosque recebendo os raios de Sol da tardinha.
A coruja (supostamente o macho) vigia a entrada da toca.
O lago do parque, visto da ponte, quase ao por-do-Sol.
Problemas
A má nutenção continua. O Poder Público não sabe o que fazer com esses grupos de construções (em número de 5, projetados para abrigarem lanchonetes). Dos 5, este e mais um estão depredados. Não obstante, do terraço da construção arredondada…
… tem-se esta bela vista da cidade.
Tratores resolvendo problemas inexistentes. Aqui, um deles iniciando o trabalho.
Aqui, o trabalho já foi realizado. Percebe-se que havia pouco o que roçar. Entre a roçada anterior e esta, não deve ter decorrido mais do que 10 ou 15 dias. Como praticamente ninguém, a não ser algum fotógrafo e acompanhantes, percorre os pastos, é injustificável esse tratamento, que só faz compactar o solo, abrindo caminho para futuras erosões (que já acontecem em algumas áreas do parque).
Aqui um problema resolvido. Presumivelmente, alguns animais vinham “roendo” as cascas das árvores, levando-as à morte. O telado resolve o problema das árvores, embora não o dos bichos que parecem estar carentes de alimentação adequada.
Este jovem quati saiu de seu habitat natural, as matas do vizinho Parque Estadual do Prosa, em busca de alimentos. Parece haver uma super-população para esses animais, o que exigiria um deslocamento de parte do grupo. No Parque NI a super-população atinge as capivaras. O blog observou a existência de dois animais doentes: um manquitolando penosamente, o outro com a pelagem quase toda caída.
Poema
Ah, a Poesia das construções abandonadas! Nesse item (o das grandiosas obras inacabadas), Mato Grosso do Sul deve ser imbatível. Só está faltando um Poeta para cantá-las. E para que ele se sinta mais estimulado, o blog informa que o poema será musicado por uma das orquestras que atuam nas águas paradas junto às construções.
Abaixo, a futura Casa do Pantanal, com a construção iniciada no segundo semestre de 2006 e as paredes levantadas no segundo semestre de 2008. Pela sacrossanta Magia dos Anos Pares, no segundo semestre de 2010 as três ONGs encarregadas de executar o projeto (Fundação Manoel de Barros, UNIDERP e Centro de Ensino Superior de Campo Grande S/S Ltda.) devem nos brindar com contra-pisos e telhados…
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