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Os “hómi” foram mesmo à Lua ?

Julho 31, 2009

Em 1969, quando eu tinha 23 aninhos, assisti pela TV à “chegada do Homem à Lua”. Tudo me pareceu muito real, tão real (embora menos charmoso) quanto um filme de Hollywood, onde o Bem sempre vencia o Mal. Bom, naquele tempo se acreditava em tudo o que saía na Imprensa (escrita, falada, filmada ou televisionada), não havendo vozes independentes como a dos blogs de hoje, que por enquanto ainda resistem às pressões dos Donos da Verdade.

Até os soviéticos engoliram a história, pois, mais atrasados em telecomunicações, não tinham elementos para provar que tudo não passara de uma … história. É claro que até hoje ninguém tem elementos para provar que “não houve alunissagem” (como explica muito bem o blog  http://www.ufos-aliens.co.uk/cosmicapollo.html ); mas as supostas “provas” da alunissagem também não merecem esse nome. Assim, estamos por enquanto num empate. Ou melhor, estaríamos se jogássemos fora a noção jurídica de que a prova “cabe a quem alega”, não se podendo, pela lógica, provar um não-acontecimento.

Vejamos algumas coisas estranhas, que só o Tempo, Senhor da Razão, nos foi desvendando, sem a ajuda da Grande Mídia (que continua mentindo, cada vez mais açodadamente).

1. Os Estados Unidos teriam enviado, de 1969 a 1972, 7 missões Apollo sucessivas à Lua, obtendo êxito em 6 (a da Apollo 13 abortou). Os vídeos recebidos (e copiados pela Mídia da tela de um televisor da NASA em Houston – coisa de pirata amador, apresentada como transmissão ao vivo) eram de má qualidade e as fotos, de boa qualidade, fornecem um enxame de dúvidas e indícios de fraude (ver, a propósito, o site brasileiro http://www.afraudedoseculo.com.br) .

2. Os computadores que os módulos espaciais pretensamente possuiam tinham no máximo 256 kbytes de memória, menos do que uma calculadora de feira de hoje em dia. Com esse computador, que estava a décadas de ouvir falar em chip, só poderiam calcular quantos minutos levariam para serem fritados pela radiação do primeiro Van Allen Belt que encontrariam … caso estivessem mesmo indo em direção à Lua.

3. Essas missões Apollo não seguiram a marcha normal dos progressos tecnológicos: não houve a sequência normal acertos – erros – correção dos erros – novos erros – novas correções, até se atingir um grau de funcionalidade satisfatória. Não: o projeto nasceu perfeito, como se saído da mente de um Deus. O estranho é que, sendo um projeto perfeito, com equipamentos perfeitos, que só falharam 1 vez, de repente foi abandonado. Foram abandonados os módulos, os foguetes lançadores (Júpiter 5), foi tudo para a lata de lixo da História. Seria porque a partir de 1972 outros atores (principalmente a antiga URSS) já estariam em condições de fazer acompanhamentos reais das peripécias estadunidenses pela atmosfera terrestre (ou eventualmente fora dela)?

4. Projetos bem mais recentes do que o das missões Apollo apresentam “n” problemas, em áreas que são “pinto” perto do problema de atravessar os dois Anéis Radiativos Van Allen com nave tripulada. Por exemplo, a reentrada dos ônibus espaciais dunidenses (não soa melhor do que estadunidenses?) nas camadas inferiores da atmosfera, que uma vez chegou a matar vários astronautas devido a problemas com o revestimento da nave (ver item 8, abaixo). Ora, em 1969/1972 essas camadas da atmosfera eram mais amigáveis? Ou os módulos lunares teriam sido construídos com materiais que hoje já não existem? Como a NASA nunca mencionou essas hipotéticas alterações de circunstâncias, fica registrada a estranheza (ou inverossimilhança) dos “bons ventos” das missões Apollo…

5. O normal, nas relações conflitantes entre EUA e URSS, era um gol marcado por um lado ser logo seguido por gol equivalente marcado pelo outro lado. Foi assim com a bomba atômica (EUA saiu na frente, URSS logo alcançou), foguetes intercontinentais (URSS saiu na frente, EUA pouco depois emparelhou), colocação de satélite em órbita (novamente URSS na frente e EUA na cola), etc. Vocês acham que se os dunidenses tivessem mesmo achado a fórmula e os processos de alcançar a Lua com uma nave tripulada, os soviéticos não teriam por sua vez repetido o feito? Mesmo porque não há melhor estímulo para se achar a solução de um problema do que saber com certeza que o problema tem solução. Entretanto, os soviéticos ficaram aqui por perto, com as suas estações orbitais (com muitos lançamentos que falharam por não colocarem os astronautas em órbita ou pelos módulos não se acoplarem à Estação). E estão até hoje, agora como russos e na ISS – Estação “Espacial” Internacional, coletando dados sobre os Van Allen Radiation Belts e outros “pequenos problemas” que barram investidas tripuladas rumo à Lua. E os dunidenses fazem a mesmíssima coisa, na mesma estação, tal como se nunca tivesse havido viagens “reais” ao satélite terrestre…

6. Traduzi um dos 33 itens apresentados ao final da página “The Faked Apollo Landings!!!” ( http://www.ufos-aliens.co.uk/cosmicapollo.html ):

“25) Em 1998, o Ônibus Espacial (Space Shuttle) voou para uma de suas maiores altitudes, 350 milhas, centenas de milhas abaixo do início do [primeiro] Van Allen Radiation Belt. Abrigados por roupa protetora, superior à que os astronautas das missões Apollo possuiam, os tripulantes do ônibus disseram que podiam “ver” a radiação atravessando a proteção e as retinas de seus olhos fechados. Um dentista que aplica raios-x que perduram 1 centésimo de segundo se protege com uma placa de 1/4 de polegada; imagine o que seria aguentar [como pretensamente fizeram os astronautas das missões Apollo] várias horas de radiação que você pode ver com seus olhos fechados, e [apenas] com uma proteção de 1/8 de polegada de alumínio!”

7. Há um excelente site sobre a ISS (Estação Espacial Internacional), da Agência Espacial Canadense: http://www.asc-csa.gc.ca/eng/iss/default.asp .

8. Tradução do primeiro parágrafo do texto existente em http://en.wikipedia.org/wiki/Space_Shuttle_Columbia_disaster (o sentido da palavra “perda”, “loss” em inglês, é mesmo “morte”; o eufemismo é injustificável):

O desastre com o Ônibus Espacial Colúmbia ocorreu no dia 1º de fevereiro de 2003, quando a nave se desintegrou sobre Palestine, no Texas, durante a sua reentrada na atmosfera, com a perda de todos os 7 membros da tripulação, próxima de completar sua 28ª missão, a STS-107.

Três Igrejas em São João Del Rei

Julho 28, 2009

O blog esteve em São João Del Rei, Minas Gerais, no dia 10 de julho p.p. Por contingências de viagem só pôde ficar na cidade na parte da manhã; assim, acabamos não visitando a Igreja de São Francisco, justamente a mais famosa das igrejas históricas. Mas pudemos visitar outras três, mostradas abaixo. Elas têm interiores magníficos, recentemente restaurados.

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Igreja de Nossa Senhora do Pilar, cuja construção iniciou-se em 1721.

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O acesso frontal ao interior da igreja.

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O mesmo acesso, em visão do interior da nave principal.

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A nave principal.

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O altar-mor.

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Um altar lateral.

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Outro altar lateral.

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A parte da nave que abriga o altar-mor.

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Sacada e altar lateral.

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O teto da parte maior da nave central.

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Ainda outro altar lateral.

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Saindo da Igreja de Nossa Senhora do Pilar já se pode ver outra igreja, a de Nossa Senhora do Carmo, no fim desta rua de belas construções históricas.

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A mesma igreja, vista mais de perto.

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Igreja de Nossa Senhora do Carmo.

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O frontispício, ricamente elaborado.

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Entrada principal, vista do interior da igreja.

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A nave central, com o altar-mor ao fundo.

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Altar lateral.

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Outro altar lateral.

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Altar lateral, já próximo ao altar-mor (à direita).

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Altar próximo ao altar-mor, à esquerda.

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Outra rua com construções históricas restauradas.

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Igreja de Nossa Senhora das Mercês, próxima das outras duas.

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A nave central.

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O altar-mor.

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Altar lateral.

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Vista parcial de São João Del Rei. Foto tirada do portal da Igreja de N. S. das Mercês. A cidade tem atualmente cerca de 85.000 habitantes.

No Museu da FEB

Junho 4, 2009

O blog esteve no Museu da FEB – Força Expedicionária Brasileira. Como se sabe, a FEB participou, em 1944 e 1945, em terras italianas, dos combates da Segunda Guerra Mundial, ao lado das forças anti-nazistas.

O museu tem mais de 200 peças entre fotografias da época, roupas e equipamentos utilizados pelos soldados (“pracinhas”), equipamentos de combate e de sobrevivência em condições adversas, objetos trazidos das frentes de batalha, armamentos e outros. Levamos 1 hora para ver, detalhadamente, cada ítem.

O Museu da FEB fica na Avenida Afonso Pena, número 2270 (entre a 13 e a Rui Barbosa). A visita vale por uma aula de História e pode provocar reflexões sobre a utilidade ou inutilidade das guerras…

(CLIQUE NAS IMAGENS PARA VÊ-LAS COM MAIS DETALHES)

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Rio de Janeiro, 20 de setembro de 1944. Soldados se amontoam em alojamento de navio de transporte de tropas. Destino: campos de batalha da Itália.

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Na Itália. Sobre os destroços de uma ponte, uma outra, de aço, é construída pelo Batalhão de Engenharia oriundo de Aquidauana.

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Itália, dezembro de 1944. Os artilheiros preparam mais um tiro de canhão.

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Ataque a Monte Castelo, 21 de fevereiro de 1945. Artilheiros metralham posições alemãs.

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Tenente-coronel Aviador Nero Moura, Comandante do 1º Grupo de Caça da FAB.

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Revista que circulava entre as tropas brasileiras na Itália, aqui mostrando como foram encontrados prisioneiros ingleses que permaneceram 4 anos no Campo de Prisioneiros de Goettingen, na Alemanha.

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Aos cuidados da 2ª Tenente Enfermeira, dois soldados se recuperam de ferimentos sofridos em combate. Hospital Geral 185, de Nápoles, Itália, 1945.

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Rendição, às tropas brasileiras, da 148ª Divisão Alemã.

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Estatística de mortos, feridos e aprisionados no teatro de guerra percorrido pelos expedicionários brasileiros. Um contraponto interessante seria saber, não apenas quantos alemães foram aprisionados, mas também quantos foram mortos e quantos foram feridos nesse mesmo teatro de operações…

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Marechal Mascarenhas de Moraes, comandante da Força Expedicionária Brasileira que atuou na Itália.

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Armamentos leves utilizados pelos soldados brasileiros na Campanha da Itália.

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Um clarim utilizado na época.

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Uma caprichada nota alemã da época.

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Horários de visita ao Museu da FEB.

Congonhas: Passos da Paixão

Abril 8, 2008
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Defronte à igreja do Bom Senhor de Matosinhos, e em declive, espalham-se sete capelas, cada uma guardando as esculturas, em tamanho natural, que representam os principais Passos da Paixão de Cristo. Essas esculturas foram entalhadas em madeira por Antonio Francisco Lisboa (o Aleijadinho) e em seguida recobertas com camadas de gesso e pintadas.

Duas das sete capelas. Ao fundo, a cidade de Congonhas.

A última ceia. O excesso de luz prejudica a correta visão da cena em seu lado esquerdo.

Jesus no Passo do Horto. Detalhe.

Jesus sendo coroado de espinhos.

Jesus carregando a cruz (detalhe).
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Profetas em Pedra-Sabão

Abril 7, 2008

.Em Congonhas, Minas Gerais, Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, realizou, de 1796 a 1805, uma obra grandiosa, esculpindo (com a sua equipe de ajudantes) em pedra-sabão e entalhando em madeira.

Em pedra-sabão foram criadas as estátuas de 12 profetas (em ordem alfabética, Abdias, Amós, Baruc, Daniel, Ezequiel, Habacuc, Isaías, Jeremias, Joel, Jonas, Naum e Oséias). Abaixo, uma das esculturas e visões parciais de outras 5.

Este é o profeta Joel, na concepção do Aleijadinho.

Detalhe da estátua do profeta Joel.

O busto do profeta Daniel.

O busto do profeta Jonas.

O busto do profeta Amós.

Este busto ou é de Baruc ou de Habacuc. Infelizmente não pude determinar ao certo o nome do profeta.