Arquivo da categoria ‘Flores’

Cerrado : Floradas de Agosto

agosto 12, 2010

a) Tabebuia aurea

Ou Tabebuia Caraiba; nomes populares, Paratudo, Caraiba, etc. Flores com 6 ou 7 cm de comprimento, 5 cm de diâmetro. O cálice é sem pelos, com pequenos pontos escuros uniformemente distribuidos. As duas primeiras fotos foram tiradas sob o sol; as duas últimas, de manhãzinha.

b) Eriotheca gracilipes

Flores com 5 ou 6 cm de diâmetro quando abertas (segundo estágio), 3 a 4 cm quando “arregaçadas” (terceiro estágio). Na terceira foto, flor no primeiro estágio de abertura, mostrando a sua geometria perfeita. Nas três últimas fotos, uma flor no primeiro estágio, segura por alguns minutos pela Rosângela, passou para o segundo estágio (abertura ampla) e em seguida iniciou o processo de “arregaçamento” das pétalas…

c) Cochlospermum regium

Ou “Algodãozinho”, ou ainda “Algodão do Campo”. A flor costuma ter de 8 a 12 cm de diâmetro.

d) Couepia grandiflora

Nome popular, “Oiti do Sertão”. Este exemplar tem cerca de 4,5 m de altura. Flor com 4 cm de diâmetro e a mesma medida de altura.

e) Tabebuia ochracea

Nome popular, Ipê Amarelo Cascudo. O cálice é peludo, não tanto quanto o cálice da Tabebuia chrisotricha (Ipê Amarelo), e entre amarelo e marrom (o da chrisotricha é marrom escuro). Tamanho da flor: igual ao das outras Tabebuias citadas.

No Parque NI (04)

julho 18, 2010

Em 15 e 16 de julho de 2010 o blog esteve de novo no Parque das Nações Indígenas ( ou Parque NI ), em Campo Grande. Desta vez, além das belezas habituais (mas sempre renovadas), deparamos com uma incrível lagarta cor-de-rosa e seus incríveis “lacinhos de fita amarela”. Mas vamos começar com um pássaro pouco comum por aqui, e depois com as indefectíveis capivaras.

Uma Ararimba-da-Cauda-Ruiva ( nome científico, Galbula ruficauda ). O ruivo está na parte inferior da cauda, levemente visível na foto seguinte.

A mesma Ararimba, em galho mais distante. É um macho (identificável pelo peito branco), com cerca de 20 cm da ponta do bico à ponta da cauda.

Bichos mansos, mas assustados. Ao entrar no campo visual deles, não faça movimentos bruscos, não corra e não grite, ou todo o bando fugirá para a mata e o córrego.

Em outro local, uma jovem capivara.

A incrível lagarta cor-de-rosa (com cerca de 5 cm de comprimento) ...

... com seus lacinhos de fita amarela.

Aqui a linda lagarta se movimenta para fugir da proximidade da lente da câmera.

Encontramos arvoretas com muitos espinhos, mas ...

... com belíssimas flores.

Uma flor isolada, mostrando como contraponto seus estames brancos.

O Córrego Prosa, no começo do Parque NI, próximo à divisa com o Parque Estadual do Prosa.

O mesmo córrego, poucos metros acima do ponto da foto anterior. Câmera apontando para montante.

Ainda o Prosa, pouco mais acima, próximo a ponte de concreto. Câmera apontando para jusante.

A torre inacabada. Faltava pouco, muito pouco, mas nenhum governo posterior ao de Pedrossian viu qualquer utilidade na obra...

A mensagem na obra inacabada está sendo lentamente dissolvida pelo tempo.

Há vários pés de Ingá Branco (nome científico, Inga laurina) com generosa quantidade de frutos maduros.

Um dos vários pés de Pau-Brasil (nome científico, Caesalpinia echinata), que crescem próximo à Avenida Afonso Pena. Este tem cerca de 1,5 metro de altura.

O mesmo exemplar da foto anterior. Detalhe das folhas.

Chamaecrista flexuosa

abril 27, 2010

Nome científico: Chamaecrista flexuosa.

Eis aí uma planta que é considerada praga de pastagens mas que tem beleza e charme suficientes para arranjar lugar nos melhores jardins. As flores,com sua concha para recepção de insetos, são simplesmente encantadoras. Sem falar na textura e na cor, de um amarelo muito firme.

Isolado, esse subarbusto tem hábitos decumbentes; só busca a verticalidade quando aparece em grupo.

Fotos com anteparos de papelão, para mostrar o perfil dessa planta:

A planta se reproduz apenas por sementes:

Há, disponível na Internet, no sítio da UFG – Universidade Federal de Goiás, um trabalho acadêmico sobre a quebra da dormência das sementes de Chamaecrista flexuosa (clique aqui).

Flores Silvestres (3)

abril 7, 2010

Uma azulzinha fantástica, mas que ainda não identificamos.

Esta é uma das várias espécies de Corda-de-Viola. Sem dúvida uma Ipoméia. Talvez seja Ipomoea indivisa ou Ipomoea hederifolia, mas as folhas não congruem com as mostradas no livro “Plantas Daninhas do Brasil”, de Harri Lorenzi , páginas 244 e 245.

Outro aspecto da pequena Ipoméia.

Plantinha desconhecida por nós. Botão prestes a abrir.

P.S. 16/04/2011: Deve ser Oxypetalum banksii, variedade não identificada.

Em primeiro plano, flor recém-aberta; atrás, flor mais “velha”, talvez já fecundada.

Outra foto dessa charmosa trepadeira.

Esta é uma Turnera. Parece que Turnera subulata. Mede de 5 a 6 cm de diâmetro.

O mesmo exemplar de Turnera, visto de outro ângulo.

Outra plantinha de extremo charme e beleza. Deve ser Richardia grandiflora. Mede de 1,5 a 2 cm de diâmetro.

Outro arbusto desconhecido. Flor com 1,5 cm de diâmetro.

Flor da mesma planta mostrada na foto anterior. Aqui, acompanhada por frutos novos.

Duguetia furfuracea. A beleza dessa flor tem que ser garimpada: ela não se abre à nossa vista; as pétalas devem ser afastadas.

Flores Silvestres (2)

janeiro 6, 2010

Ooooops! A flor “corintiana” na verdade não é uma flor, mas um cacho de frutos alados. Representam uma das espécies de “picão”…


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