Arquivo da categoria ‘Cenário Urbano’

No Parque NI (01)

Junho 21, 2009

Parque das Nações Indígenas ( Parque NI ), em Campo Grande, 20 de junho de 2009, das 8 às 10 hs.

Cenários

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Desgarrado do bando, este quati veio do vizinho Parque Estadual do Prosa, para ver se encontrava algo de comer nas lixeiras. No intervalo da pesquisa, um gostoso bocejo.

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Ipê Rosa em flor. Ainda não descobrimos se é Tabebuia Impetiginosa ou Tabebuia Avellanedae…

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A mesma floração, vista de baixo.

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No lago do Parque NI, uma ilha artificial.

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Como guardião da ilha, o Guerreiro Guaicuru.

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O rosto expressivo do guerreiro.

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Na fria manhã, um cágado sai da água para “pegar um solzinho”.

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Junto à Rua Antonio Maria, mais de dez Louros Pardos mostram a sua floração singular, em que as pétalas das flores não caem depois da fecundação dos ovários.

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As belas flores do Louro Pardo (Cordia trichotoma). Medem cerca de 2 cm de diâmetro e o estilete, que se abre no que parecem 4 pequeninas pétalas, parece uma flor dentro da flor.

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Um irrequieto Quero-quero.

Problemas

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Era para ser um mirante. Nunca foi terminado, embora essa tarefa não pareça difícil. O governador que o terminar vai merecer uma placa comemorativa.

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Existem no Parque quatro conjuntos de construções, cada um deles composto por 1 local para lanchonete, um recinto de WCs e um pequeno mirante. Apenas um dos conjuntos foi um dia utilizado. Hoje, os quatro estão abandonados à depredação.

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Bela árvore, provavelmente uma Albízia. Próximos ao tronco, dois marcos (peças raríssimas no parque) indicando uma Aspidosperma cilindrocarpon e uma Clitoria fairchildiana que não se sabe onde estão…

Cerração e Araras

Junho 17, 2009

17 de junho de 2009, 8 hs 45, Parque das Nações Indígenas.

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Tapetes de Corpus Christi

Junho 11, 2009

11 de junho de 2009, no início da tarde. Rua 14 de Julho. A procissão de Corpus Christi se iniciará às 15 horas, sobre os tapetes preparados para a ocasião.

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Um grupo retardatário dá os últimos retoques no quadrilátero a ele confiado.

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Outro grupo ultima seu projeto.

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Motivos geométricos …

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… e simbólicos.

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Os materiais começam a variar um tanto…

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Uma pomba bem pictórica.

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Outra pomba, em bela representação.

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Coração e tampas de garrafa.

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Um mini-corneteiro feliz.

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O Terço, motivo sempre recorrente.

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Materiais tradicionais, papel, desenho e cabelos humanos. Bela composição.

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A Cruz, outro símbolo sempre recorrente.

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Dentre as várias representações da escultura de N. S. Aparecida, apenas esta apresenta boa semelhança.

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Um Sagrado Coração, rodeado por espinhos … de pano.

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Castiçais.

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Trabalho com relevo acentuado no centro (linha vertical).

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Materiais tradicionais, em caprichosa execução.

Trilhos Abandonados (1)

Janeiro 2, 2009

Entre o Natal e o Ano Novo o blog percorreu um trecho (entre a Av. Mato Grosso e a Av. Afonso Pena) da antiga ferrovia que cortava o centro de Campo Grande. Viu coisas interessantes e de uma certa beleza; mas viu também, em ponto menor, desleixos e degradações.

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Do lado esquerdo, a Av. Calógeras; ao fundo, viaduto sobre a Rua Antônio Maria.

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Trilhos e dormentes.

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Uma antiga casa de ferroviário e um aviso de priscas eras.

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O viaduto sobre a Rua Antônio Maria.

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Neste trecho, entre a Calógeras e a ferrovia, degradação.

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Viaduto sobre a Rua Maracaju.

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Aqui os trilhos foram interrompidos pela Rua Cândido Mariano.

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Entre a Cãndido Mariano e a Dom Aquino, vê-se lixo e quase não se vê os trilhos.

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Junto à Rua Barão, revoada de pombos.

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Ao fundo, a Av. Afonso Pena.

A Mesma Figueira

Dezembro 30, 2008

Em setembro de 2007 publicamos uma nota sobre uma figueira que crescia na parede de uma casa comercial abandonada ( vide Uma Figueira ).

Quinze meses depois, a forquilha do tronco robusteceu-se e as raízes se aproximam do chão.

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Merecedora de um tombamento, a harmoniosa combinação ruína + árvore + grafite fica na Rua 14 de Julho, esquina com Rua Calarge.

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Parece que a árvore não precisa disso, mas as raízes estão prestes a alcançar o chão.

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As raízes aéreas, tronco e ramos crescem exuberantemente.

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A copa da figueira já faz uma boa sombra.

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A caprichada grafitagem da velha parede.