A Gruta do Lago Azul foi, se não me engano, a primeira grande atração turística de Bonito – MS. E parece que continua sendo a mais concorrida, embora pouco indicada para crianças, pessoas mais idosas ou obesas, já que a descida, com seus degraus irregulares, exige bom condicionamento físico e muita atenção. O blog visitou o local no dia 25/01/2011. (CLIQUE NAS FOTOS PARA AUMENTAR).

Ao lado do guia, uma visitante examina os primeiros dos 190 degraus que iria percorrer.

Uns vinte degraus abaixo, visão longínqua dos estalactites da parede-teto dos fundos.

A Luz do Sol aparece, filtrada por leve cerração. As rochas e os estalactites ganham cor.

A parede dos fundos, ainda longe.

Guia à frente, os visitantes descem cuidadosamente.

Olhando para trás, a boca da gruta e a névoa emanando das rochas.

Visitantes de outro grupo examinam as estranhas ou belas formas da gruta. À esquerda, luz do Sol e névoa.

Formas, cores e texturas inusitadas.

À esquerda, um grupo precursor demora no patamar mais próximo do lago.

O mesmo grupo, no mesmo patamar. À esquerda, uma rocha eternamente úmida. E em crescimento pelo lentíssimo mas constante depósito de cálcio.

Outra visão do lago azul. Em dias que o Sol incide mais diretamente, o espetáculo ganha muito em beleza.

A parte esquerda do Lago Azul.

Formações acima do lago.

Outros grupos, descendo.

Os mesmos grupos. À esquerda, um lance de degraus.

Esse cenário repete, em parte, o da quinta foto, acima. Com incidência maior da luz, as cores das rochas se modificaram.
Opinião do Blog:
Há melhoramentos que precisam ser feitos, e com urgência. O interior da gruta, apesar de ser um lugar geologicamente instável, pode com segurança sofrer pequenas alterações, desde que, é claro, conduzidas por um grupo de engenheiros e geólogos. Em dois ou três pontos mais críticos, com degraus muito irregulares e molhados, seria possível sobrepor pequenas estruturas de concreto armado. Essas estruturas não prejudicariam em nada a beleza do cenário, e acrescentariam muito em segurança.
Outro ponto a ressaltar é o acesso à Gruta. Nos 22 quilômetros que a separam da cidade, a estrada em boa parte foi revestida com pedras de mão, pontiagudas, que causam grande trepidação nos veículos. No trecho melhor, mais próximo à gruta, há uma ponte minúscula, para passagem de apenas um veículo, precedida de um mata-burro. O governo estadual já deveria ter providenciado, e há muito tempo, o asfaltamento dessa ligação. Lembramos que trechos maiores do que esse, próximos à capital, são constantemente recapeados, sem qualquer necessidade real.