Arquivo da categoria ‘Arte’

Um Pouco de Arte (02)

Outubro 21, 2009

Num primeiro bloco apresentamos fotos de três trabalhos expostos no MARCO – Museu de Arte Contemporânea, em Campo Grande. O primeiro é da série “Estima ao Acaso”, arte digital (datada 2008) de Ana Maria Lopes; no segundo, Celair Ramos Peralta, a Buga, compõe “Céu Azul do Sol Poente” (2009) com materiais diversos (ela costuma usar de crochê a arame, cerâmica e madeira); no terceiro, Ignes Correa da Costa mostra “Lavadeiras”, de 1980, óleo sobre tela.

No outro bloco, trabalhos expostos ao tempo, grafites num muro de esquina da Rua Antonio Maria.

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Artesãos e Pintores

Junho 23, 2009

No Memorial da Cultura e da Cidadania, na Avenida Fernando Corrêa, há, desde sábado, 20/09/2009, uma nova exposição na galeria, juntando obras dos artistas plásticos “Gejo, o Bendito” (de São Paulo) e Davi Zen (de Campo Grande). No mezanino, exposição de objetos produzidos pelos artesãos do Estado. Aqui vai uma pequena amostra do que pode ser visto:

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Trabalho em cabaça (coité) e biscuit, de Cristina Orsi, Campo Grande.

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Mesmos materiais, da artesã Lorna D’Ávila, também de Campo Grande.

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Belos cestos da artesã Marly Sanchik.

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“São Francisco”, de Gejo o Bendito.

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De Gejo o Bendito, “Infância Perdida” (spray, marcador, latex s/ painel), 2009, 100 cm x 60.

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Ainda de Gejo o Bendito, “Che People”, spray s/ tela, 2006, 100 cm x 80 cm.

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De Davi Zen, “Rishi Sutra”, acrílica s/ papel, 2009, 50 cm x 32.

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Davi Zen, “Hipersensigno II”, acrílica s/ papel, 2009, 50 cm x 32.

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Ainda Davi Zen, “A fonte e o cântaro”, acrílica s/ papel, 2009, 50 cm x 32.

Tapetes de Corpus Christi

Junho 11, 2009

11 de junho de 2009, no início da tarde. Rua 14 de Julho. A procissão de Corpus Christi se iniciará às 15 horas, sobre os tapetes preparados para a ocasião.

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Um grupo retardatário dá os últimos retoques no quadrilátero a ele confiado.

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Outro grupo ultima seu projeto.

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Motivos geométricos …

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… e simbólicos.

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Os materiais começam a variar um tanto…

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Uma pomba bem pictórica.

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Outra pomba, em bela representação.

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Coração e tampas de garrafa.

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Um mini-corneteiro feliz.

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O Terço, motivo sempre recorrente.

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Materiais tradicionais, papel, desenho e cabelos humanos. Bela composição.

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A Cruz, outro símbolo sempre recorrente.

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Dentre as várias representações da escultura de N. S. Aparecida, apenas esta apresenta boa semelhança.

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Um Sagrado Coração, rodeado por espinhos … de pano.

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Castiçais.

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Trabalho com relevo acentuado no centro (linha vertical).

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Materiais tradicionais, em caprichosa execução.

Um pouco de Arte

Junho 10, 2009

MARCO – Museu de Arte Contemporânea, sito à Rua Antonio Maria, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande. O blog foi ver a 2ª Temporada de Exposições 2009, composta por “Desenho e Cerâmica de Irani Bucker”, “A Arte de Colecionar-te”, “Tradição e Ruptura de Lídia Baís” e “Cores da Cidade Branca de Nilvana Moreno Mujica”. Apresentamos abaixo uma amostra das duas primeiras salas. (CLIQUE NAS FOTOS PARA VÊ-LAS EM RESOLUÇÃO MAIOR).

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Irani Bucker, “Pantanal II”, guache s/ papel, sem data.

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Irani Bucker, “Bailarina – o amor do Palhaço”, guache s/ papel, sem data.

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José Pinto, s/ título, 1970.

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Jorapimo, “Festa Junina”, 1983.

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Isaac Saraiva, s/ título, 1996.

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Heitor dos Prazeres, s/ título, 1963.

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Di Cavalcanti, s/ título e sem data.

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Hector Carybé, s/ título e sem data.

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Jos Boomgaardt (Holanda), “Bamboo”, 2005.

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Humberto Espíndola, s/ título, 1997.

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Tomie Ohtake, s/ título, 1991.

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Alexandre Rapoport, s/ título, 1971.

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Douglas Colombelli, Série Metáfora, 2007.

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Aldemir Martins, s/ título, 1989.

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André Arantes, série TC & Girafa, 2006.

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Máscara Dogon, oriunda do Mali, c. 1920.

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Maria Eugênia Lima, “Jardim das Flores de Ferro I”, 2001.

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Marcus Pierson (Estados Unidos), s/ título e sem data.

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Marcus Pierson (Estados Unidos), “The gumshoe and the dame”, s/ data.

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Mackenzie Thorpe (Estados Unidos), s/ título e sem data.

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Antonio Poteiro, s/ data.

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O MARCO – Museu de Arte Contemporânea, com o anúncio da Exposição atual.

Artes Variadas

Maio 21, 2009

Basta sair às ruas e estradas e olhar. Tudo é arte!…

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ARTE POPULAR. Um tótem construído em concreto armado dá um toque especial a uma rua de Terenos.

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ARTE FERROVIÁRIA. Na estação de Palmeiras (município de Dois Irmãos do Buriti), por enquanto ainda desativada, grafiteiros deixaram a marca de sua passagem, anterior à do Trem do Pantanal.

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ARTE FUGAZ. Depois da última “revitalização”, feita às vésperas da eleição de 2008, de uma “revitalização” anterior, que incluía parquinho infantil e bancos para pessoas do povo, só ficou esse marco depenado. Caso típico de coração vazio: o dos antigos frequentadores e o do prefeito que tocou a obra antiga. Bom, o blog não garante que o coração do ex-prefeito não tenha sido sempre assim…

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ARTE DO IMPROVISO. No acesso à estação inicial do Trem do Pantanal, um tótem insinua asas de Tuiuiu. As autoridades administrativas, sempre pegas de surpresa pela vida aqui fora, esqueceram de mudar a sinalização do pedaço, o que dificulta imensamente a conversão à esquerda em horários (como aqueles em que o trem sai) de movimento intenso na via…

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ARTE GENEROSA. Antes das eleições, obras e correrias, entulhos e desvios, para insinuantemente pespegar ao prefeito recandidato qualidades de energia e dedicação extraordinárias.  Depois das eleições, aumento da carga tributária municipal e paralização geral das obras. Aqui, no ainda córrego Rio Anhanduí, numa dessas obras que perderam o gás, artistas inspirados iniciaram o seu projeto (sem dispêndio de dinheiro público) – e o terminaram brilhantemente.

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ARTE DA SOBREVIVÊNCIA. Enquanto as autoridades e os políticos “só pensam naquilo”, isto é, na forma de garantir e aumentar suas mamatas depois das eleições de 2010, este idoso luta para chegar com vida até o fim do mês…