Lixeira
Família das Dileniáceas
Nome científico: Curatella americana L.
1) Aspecto geral:
Este exemplar tem DAP de 16 cm.
Este exemplar, no Parque NI, em Campo Grande – MS, tem, próximo da bifurcação, diâmetro de 40 cm.
2) Floração:
As três primeiras fotos são de exemplar existente em cerrado arenoso; as três últimas são do exemplar do Parque NI, citado acima.
3) Flor:
Uma característica desta espécie, e que nesta foto aparece bem visível: cada flor tem dois estiletes (como se fossem as duas pontas de uma antena), ligados a ovários uniloculares geminados (dos quais resultarão frutos geminados).
4) Fruto:
Manhã orvalhada. Aqui, dois ovários já fecundados. À esquerda, os 2 estiletes, secos. O que parece serem veias são na verdade estames murchos (quando ativos, de cor branca), grudados na parte exterior dos ovários.
Outro par de frutos novos, com estigmas e estames “vencidos”.
Na parte de baixo, par com crescimento maior (cerca de meio centímetro de diâmetro).
Frutos gêmeos, começando a abrir.
Frutos gêmeos abertos. As sementes estão revestidas quase inteiramente pelo arilo branco.
Outro par aberto.
5) Semente:
Sementes recém-extraídas dos frutos. Os arilos permanecem.
As pequenas sementes, vistas mais de perto.
6) Folha:
Estas folhas medem, com o pecíolo, 20 cm de comprimento (a da esquerda) e 16 cm (a da direita). A parte de cima das folhas é muito áspera, parecendo lixa (daí o nome da planta); a parte de baixo, mais clara e opaca, é meio aveludada.
7) Tronco:
Tronco do mesmo exemplar da primeira foto deste artigo.
O mesmo tronco, visto mais de perto.
Ainda o mesmo tronco.
Tronco do exemplar mostrado na segunda foto da postagem, existente no Parque NI. 40 cm de diâmetro.
8) Outras características:
Fenologia: De acordo com Harri Lorenzi, em “Árvores Brasileiras”, Editora Plantarum, vol. 1, pág. 95, a floração da Lixeira ocorre entre o final de agosto e o final de outubro; os frutos amadurecem em outubro e novembro.





























Julho 12, 2009 às 9:47 am
Parabéns pelo trabalho… está bastante completo e contribui muito para o conhecimento da espécie. É conhecendo que aprendemos a importância de conservar…
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do blog:
Obrigado pelas palavras, Daniella!
Outubro 10, 2009 às 2:39 pm
Parabéns pelo seu trabalho. Estou realizando um trabalho de pesquisa com algumas árvores do cerrado no interior de São Paulo (Bauru) e este e outros exemplos públicados me ajudaram a especificar ainda mais minha pesquisa. A propósito preciso de mais algumas informações sobre a espécie farinha-seca e a candeia; se tiver desde já obrigado!
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do blog:
Ernani:
Vou ver se tenho fotos dessas árvores…