Posts de julho \18\UTC 2010

No Parque NI (04)

julho 18, 2010

Em 15 e 16 de julho de 2010 o blog esteve de novo no Parque das Nações Indígenas ( ou Parque NI ), em Campo Grande. Desta vez, além das belezas habituais (mas sempre renovadas), deparamos com uma incrível lagarta cor-de-rosa e seus incríveis “lacinhos de fita amarela”. Mas vamos começar com um pássaro pouco comum por aqui, e depois com as indefectíveis capivaras.

Uma Ararimba-da-Cauda-Ruiva ( nome científico, Galbula ruficauda ). O ruivo está na parte inferior da cauda, levemente visível na foto seguinte.

A mesma Ararimba, em galho mais distante. É um macho (identificável pelo peito branco), com cerca de 20 cm da ponta do bico à ponta da cauda.

Bichos mansos, mas assustados. Ao entrar no campo visual deles, não faça movimentos bruscos, não corra e não grite, ou todo o bando fugirá para a mata e o córrego.

Em outro local, uma jovem capivara.

A incrível lagarta cor-de-rosa (com cerca de 5 cm de comprimento) ...

... com seus lacinhos de fita amarela.

Aqui a linda lagarta se movimenta para fugir da proximidade da lente da câmera.

Encontramos arvoretas com muitos espinhos, mas ...

... com belíssimas flores.

Uma flor isolada, mostrando como contraponto seus estames brancos.

O Córrego Prosa, no começo do Parque NI, próximo à divisa com o Parque Estadual do Prosa.

O mesmo córrego, poucos metros acima do ponto da foto anterior. Câmera apontando para montante.

Ainda o Prosa, pouco mais acima, próximo a ponte de concreto. Câmera apontando para jusante.

A torre inacabada. Faltava pouco, muito pouco, mas nenhum governo posterior ao de Pedrossian viu qualquer utilidade na obra...

A mensagem na obra inacabada está sendo lentamente dissolvida pelo tempo.

Há vários pés de Ingá Branco (nome científico, Inga laurina) com generosa quantidade de frutos maduros.

Um dos vários pés de Pau-Brasil (nome científico, Caesalpinia echinata), que crescem próximo à Avenida Afonso Pena. Este tem cerca de 1,5 metro de altura.

O mesmo exemplar da foto anterior. Detalhe das folhas.

Gatos na Idade da Inocência

julho 13, 2010

Sim, são os mesmos gatos machos de uma postagem anterior ( ver aqui ). Piteco ainda está na pré-adolescência; Benê ainda está na infância. Agora, definitivamente, são grandes e inseparáveis amigos. Mas sabemos que isto vai mudar no futuro (que pena; não podiam ficar assim para sempre?).

O Mesmo Trecho da BR-262

julho 10, 2010

Nos dias 18 e 21 de junho de 2010 o blog percorreu a rodovia federal BR-262, no longo trecho entre Campo Grande e Corumbá. Comentávamos com os outros passageiros como essa estrada estava em excelentes condições, tanto com referência ao piso de rolamento quanto com relação às sinalizações horizontais e verticais. A exceção era um trecho de 30 quilômetros, já no município de Corumbá, que estava sendo refeito após muitos anos de abandono.

Poucos dias depois, em 29 de junho, fomos até Terenos, a 20 km de Campo Grande, percorrendo a mesma rodovia. Fomos surpreendidos pelas obras de recapeamento que estavam sendo realizadas nesse trecho, e que provavelmente se estenderão até Aquidauana, 100 km adiante de Terenos. O trecho já foi objeto de reportagem anterior do blog ( veja aqui ). Ora, se naquela época (outubro de 2007) o trecho Campo Grande – Aquidauana já estava bom, não carecendo de recapeamente, agora estava melhor ainda, quase se aproximando da avaliação de excelente. Um trecho que dá de dez em muitas rodovias paulistas pedagiadas (como a Raposo Tavares e a Marechal Rondon).

Ora, quem viaja muito sabe que há, no Estado de Mato Grosso do Sul, BRs que não recebem recapeamento decente há mais de 30 anos (é o caso da BR-267, trecho entre Bataguassu e Casa Verde). Por que, então, esses contínuos e desnecessários recapeamentos nos trechos em torno de Campo Grande ? Seria o caso do TCU – Tribunal de Contas da União, ou o Ministério Público Federal averiguar. Qualquer cidadão que paga impostos sabe a explicação, mas parece que em muitos casos e circunstâncias a cegueira toma conta dos órgãos encarregados da fiscalização…

Fotografamos ao acaso vários trechos da BR-262 entre Campo Grande e Terenos, alguns já parcialmente recapeados. Notem os leitores como estava bem conservada a rodovia. Mais um caso de desperdício do dinheiro público. É preciso notar que, embora obra do governo federal (DNIT), esse recapeamento envergonhado (não informa nem o nome da empreiteira que abiscoitou o prêmio de fazer o trabalho fácil) ocorre sob a esfera de influência da administração estadual.

Interessante notar que em certos trechos foram efetuados, na fase pré-recapeamente, “remendos” mais extensos, o que pode induzir o analista a pensar que ali havia pequenas crateras. Não havia. Havia apenas pequenas rachaduras que, nas estradas conservadas sob critérios técnicos, apenas justificam a aposição de um líquido colante nas frestas.

I d a

V o l t a

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Boiada

julho 4, 2010

20 de junho de 2010, meio-dia, na Estrada-Parque Pantanal Sul. Viajando numa perua Dobló, topamos à frente com as 600 reses de uma boiada conduzida por 3 peões. O boiadeiro do pelego dourado foi abrindo caminho para que o veículo passasse, o que demorou cerca de 5 minutos.


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