Transcrição parcial de texto de GABRIELA GUERREIRO da Folha Online, em Brasília :
Paulo Skaf Ironiza nova CPMF
O presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, criticou nesta quarta-feira [28/05] a recriação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), batizada agora pelos governistas de CSS (Contribuição Social da Saúde). Durante audiência pública na comissão especial de reforma tributária da Câmara, Skaf fez um trocadilho ao afirmar que a CSS significa, na prática, “contra o seu salário”.
“É apenas uma nova roupagem que o governo quer dar para a CPMF, para um imposto que a sociedade e o Senado já disseram não”, afirmou.
Transcrição parcial de texto do site UOL-Economia (http://economia.uol.com.br/ultnot/2008/05/27/ult4294u1402.jhtm) :
De acordo com informações do órgão, 40,51% do rendimento bruto do brasileiro se destina ao pagamento de tributos (impostos, taxas e contribuições) exigidos pelos governos federal, estadual e municipal. Este dado considera uma população de 186,4 milhões de pessoas.
Um dado importante avaliado pelo IBPT é que o brasileiro que nascer em 2008 trabalhará cerca de 40% de sua vida só para pagar impostos, pois hoje a expectativa de vida no país é de 72,3 anos, enquanto a estimativa de pagamento de tributos é de 29,29 anos.
Opinião do Blog :
1. E nesse percentual (40,51%) não devem estar incluídas tributações disfarçadas, como indústria-da-multa, taxas Detran-Cartórios, contribuições para o sistema S, dízimos religiosos e pagãos, ECAD, CREA, seguro obrigatório, etc.
2. O problema é que, quanto mais os governos (federal, estaduais e municipais) arrecadam, mais aumentam a corrupção, as gestões irresponsáveis, a “ação entre amigos” e outras pragas. Quanto mais aumenta a tributação, mais crescem os “mamadores nas tetas do Erário”.
3. Pedir, o Governo Lula, mais imposto (e essa “contribuição”, se aprovada, será um imposto) é confessar incompetência e falta de vontade de combater o parasitismo espoliador da sociedade.
4. A solução é diminuir a carga tributária em 0,5%, a cada ano, fazendo isto pelo menos até o ano 2030. Competência é fazer mais, ou igual, com menos dinheiro. O que resolve os problemas é fundamentalmente o binômio inteligência-informação; quanto maior a sua dose, menor o dinheiro requerido. Uns dez por cento de espírito público também ajudaria.
















