4 de março, treze horas, sol intenso. O Parque das Nações Indígenas estava assim:
Em primeiro plano, a “oca” eternamente inacabada. Ao fundo, alguns espigões.
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Capivaras tranqüilas pastejam o verde prado.
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Um sinuoso caminho e uma sombra abençoada.
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Gramíneas estupidamente rapadas, ipê amarelo tristemente descanelado (como muitos outros ali por perto; todos marcados para morrer). Sugerimos ao governo estadual uma pitada de originalidade, contratando, nas próximas vezes, empresas que tenham conhecimentos agronômicos e que possam efetivamente cuidar das plantas e proteger os frágeis solos do parque . . .
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Após murmurantes corredeiras, as águas do Córrego Prosa (à direita) e de um tributário se encontram.




