Agora virou rotina. É só cair uma chuva mais forte e contínua, e lá vem a ameaça de enchentes. Parece que nem a administração municipal anterior, nem a atual, analisaram o impacto que teria, no escoamento das águas pluviais, a implantação das grandes avenidas de ligação, impermeabilizando extensas áreas junto às nascentes e margens dos córregos da cidade. Agora, sangrando os cofres públicos (mais de 23 milhões de reais), corre-se atrás do prejuízo, realizando obras em parte inócuas (como por exemplo o afundamento, medido em decímetros, de trechos do Prosa) e em época totalmente imprópria.
O eleitor mais esclarecido vai naturalmente lançar essas evidências na coluna negativa de sua avaliação do desempenho do prefeito Nelson Trad Filho. Mesmo porque os bodes expiatórios de costume, Lula, El Niño e La Niña, não poderão ser convocados.
Abaixo, flagrantes dos córregos Sóter e Prosa, às 14 horas de 14/02/2008.
A segunda represa do Sóter, recém-inaugurada, cumpriu bem a sua missão, contendo parcialmente o ímpeto das águas.
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A mesma represa, vista a jusante.
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Ainda o Córrego Sóter, prestes a se encontrar com o Prosa. Ao fundo, os vertedouros do lago do Parque das Nações Indígenas.
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Aqui a enxurrada esconde o leito do Prosa.





Novembro 25, 2008 às 10:15 am
Bom dia,
gostaria de receber as referências das gravuras. Sou mestrando em Recursos Hídricos pela Escola de Engenharia da UFMG. As fotografias mostram o funcionamento de bacias de detenção. São ótimas fotos e gostaria de utilizá-las em minha pesquisa.
Muito obrigado,
Rodrigo Amaral.
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resposta do blog:
Rodrigo: as fotos foram “tiradas” por mim, Valdir Dala Marta. Eu as tenho em resolução maior, de 3 megapixels ou mais (posso mandar por e-mail). Autorizo a utilização em sua pesquisa. Se precisar de outras referências, explicite os itens, mandando e-mail para valmar@top.com.br.
Maio 27, 2009 às 4:58 pm
AS ENCHENTES ESTAO ACABANDO COM O MUNDO